
Na manhã desta sexta-feira (9), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Feira de Santana, realizou a Solenidade de Entrega das Carteiras aos novos advogados, no auditório da instituição. Na solenidade, mais de 30 profissionais receberam a carteira da OAB.
A cerimônia também contou com a participação da advogada criminalista e coordenadora do curso de Direito da Unifat, Carla Oliver, convidada como madrinha para compartilhar experiências e incentivar os recém-inscritos na carreira.
Em entrevista ao Acorda Cidade, A presidente da subseção, Lorena Peixoto, ressaltou que a solenidade representa não apenas o início da trajetória profissional dos novos advogados, mas também uma oportunidade para os profissionais já atuantes renovarem seu compromisso com a advocacia.

“Eu costumo dizer que a solenidade de entrega de carteiras é um dos momentos mais importantes para o advogado e para a advogada, e não somente para aqueles que estão para receber a sua carteira, mas para nós, que temos a oportunidade de renovar o nosso compromisso de atuar com a ética, de defender o Estado Democrático de Direito, a valorização de direitos humanos, o aperfeiçoamento da cultura e das instituições, esse é o nosso compromisso”, afirmou.
Lorena explicou que o recebimento da carteira da OAB permite que os bacharéis habilitados exerçam a advocacia. “A carteira da ordem é o que os torna advogados e advogadas, é o que os torna essenciais e indispensáveis à administração da Justiça”, declarou.
Ao abordar os desafios enfrentados por quem está começando na profissão, a presidente destacou o receio diante do desconhecido, comum em uma nova etapa profissional. Ela também reforçou que a instituição está disponível para acolher e orientar os recém-inscritos.
“Quero dizer para os novos colegas advogados e advogadas que contem com a instituição, que está aqui para realmente abraçar esse novo”, disse.

A presidente também orientou os novos profissionais a seguirem as normas previstas no Código de Ética e no Estatuto da Advocacia. Ao comentar os avanços tecnológicos, ressaltou que a inteligência artificial deve ser utilizada com responsabilidade e como ferramenta de apoio ao trabalho jurídico.
“Nós estamos vivendo uma era do digital, da tecnologia, da inteligência artificial que precisa ter muita responsabilidade e precisa ser um verdadeiro aliado, um instrumento no nosso trabalho e não um usurpador da nossa função”, afirmou.
Com informações do repórter Ed Santos, do Acorda Cidade.
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