
Presidente da Associação Brasileira de Juristas e Advocacia Cidadã (Abradv Brasil) e da Associação Brasileira de Defesa dos Direitos Previdenciários, Acidentários e do Consumidor (Abprev Brasil), a Profa. Dra. Nildes Carvalho é mestre e doutoranda em Direito e a única candidata inscrita pela Bahia para concorrer a uma das vagas destinadas à advocacia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Advogada, professora universitária e pesquisadora, Nildes Carvalho possui trajetória dedicada à defesa dos direitos fundamentais, à valorização da advocacia, ao acesso à Justiça e ao fortalecimento das instituições democráticas.
Embora seja a única candidata inscrita pela Bahia, sua candidatura não se limita à representação estadual. A proposta é que, se escolhida para integrar o CNJ, exerça uma representação nacional, comprometida com a pluralidade regional, a diversidade da advocacia brasileira e a participação democrática das diferentes regiões do país.
A candidatura busca contribuir para uma gestão participativa, pautada pelo diálogo institucional, pela escuta da advocacia e pelo fortalecimento do acesso à Justiça, respeitando as particularidades regionais e promovendo uma atuação inclusiva no âmbito nacional.
Sua atuação envolve a defesa dos direitos previdenciários, trabalhistas e sociais, a assistência judiciária gratuita, as perícias forenses, a promoção da equidade de gênero e a construção do Direito Fundamental à Paz.
Como parte dessa atuação, uma proposta institucional apresentada pela Profa. Dra. Nildes Carvalho foi selecionada no Edital para Coleta de Subsídios nº 06/2026 – CESTF/STF, voltado à modernização do Sistema de Justiça.
A contribuição contempla dois eixos estratégicos.
O primeiro propõe a criação de um Sistema Nacional Inteligente de Prevenção de Litígios Previdenciários e Assistenciais, com medidas destinadas à prevenção da judicialização, à identificação de inconsistências administrativas, à orientação dos cidadãos e à utilização responsável da inteligência artificial.
O segundo eixo propõe o Direito Fundamental à Paz como eixo constitucional da modernização do Sistema de Justiça. A proposta tem como fundamento a teoria jurídica desenvolvida por Nildes Carvalho em sua obra Teoria do Direito à Paz: Direito Fundamental, que tem prefácio da presidente-ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Profa. Dra. Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha.
À frente da Abprev Brasil e da Abradv Brasil, Nildes também preside, na OAB-BA, a Comissão de Estudos em Assistência Judiciária Gratuita e Perícias Forenses. Foi ainda presidente-fundadora da Comissão de Direito Previdenciário da OAB-BA.
Representação nacional e pluralidade regional
Ao apresentar sua candidatura, a Profa. Dra. Nildes Carvalho destaca a importância de uma representação comprometida com a advocacia de todo o Brasil, considerando as diferentes realidades sociais, institucionais e regionais.
“Embora eu seja a única candidata inscrita pela Bahia, minha candidatura tem uma perspectiva nacional. Se escolhida para integrar o CNJ, pretendo contribuir para uma representação que respeite a pluralidade regional, valorize a diversidade da advocacia brasileira e fortaleça o diálogo entre as diferentes regiões do país.
Acredito que uma gestão participativa deve assegurar espaço para a escuta institucional, a construção coletiva de propostas e o respeito às particularidades de cada região, promovendo uma Justiça mais acessível, eficiente, transparente e próxima da sociedade”, destaca.
Compromisso com a advocacia e o fortalecimento da Justiça
“Minha trajetória é marcada pelo compromisso com uma advocacia independente, participativa e comprometida com a efetivação dos direitos fundamentais e com o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional.
Me candidatei com o propósito de contribuir para o diálogo institucional, o aprimoramento da governança judiciária, a transparência, a equidade, a eficiência e o fortalecimento do acesso à Justiça.
Defendo uma atuação comprometida com a valorização da advocacia, a escuta institucional, a prevenção de conflitos e a construção de soluções que aproximem o Poder Judiciário das necessidades concretas da sociedade.
Acredito que a representação da advocacia no CNJ deve contemplar a pluralidade nacional, respeitando as diferenças regionais e promovendo uma atuação democrática, inclusiva e participativa”, afirma.
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