

Familiares, amigos e moradores de Iguaí, no sudoeste da Bahia, se reuniram na noite do último sábado (24) para pedir justiça pela morte da professora Ivone Rocha dos Santos Teixeira, de 40 anos. O ato ocorreu após a celebração da missa de 7º dia e seguiu em forma de manifestação pacífica pelas ruas da cidade.
Durante a caminhada, os participantes carregaram cartazes e seguiram em silêncio, expressando indignação diante do crime ocorrido no dia 17 de janeiro, dentro da residência da vítima. Ivone foi morta pelo companheiro, que é apontado como o principal suspeito do homicídio.

Segundo a Polícia informou ao Giro Ipiaú, site parceiro do Acorda Cidade, o acusado mantinha um relacionamento com a professora há cerca de sete meses e o casal havia oficializado o noivado no final de 2025. Após o crime, ele fugiu utilizando um carro alugado, que posteriormente foi encontrado abandonado no município de Firmino Alves, no sul do estado. Desde então, o suspeito segue foragido.
Em depoimento, familiares da vítima cobraram rapidez nas investigações. “Estamos consternados de dor e com um sentimento de revolta e impunidade. Queremos respostas das autoridades competentes. A gente sabe que não vai trazer ela de volta, mas o que queremos é uma resposta rápida”, afirmou Bianca, irmã de Ivone.

Ainda segundo o site, relatos de vizinhos apontam que o relacionamento era marcado por ciúmes e discussões frequentes, embora não houvesse registros anteriores de violência doméstica envolvendo o suspeito. No dia do crime, moradores ouviram uma discussão intensa seguida de gritos da professora. Diante da situação, acionaram a Polícia Militar e tentaram contato com Ivone, sem sucesso.
Preocupados com o silêncio, vizinhos entraram no imóvel e encontraram a professora já sem vida. O caso continua sob investigação da Polícia Civil, enquanto a população de Iguaí permanece mobilizada, cobrando justiça e respostas das autoridades.
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