2 de February de 2026
Caminhões estacionados
Foto: Arquivo Pessoal
O lojista relata que o problema ocorre há bastante tempo e que o comércio já procurou diversas vezes a SMT.
Caminhões estacionados
Foto: Arquivo Pessoal

Um lojista da Rua Desembargador Felinto Bastos, antiga Rua de Aurora, nas proximidades da Praça 2 de Julho, no centro de Feira de Santana, acionou a reportagem do Acorda Cidade para denunciar os transtornos causados pelo estacionamento e realização de carga e descarga de caminhões de grande porte em horário comercial. Segundo ele, a situação tem gerado prejuízos ao comércio local e sobrecarregado o trânsito da região.

De acordo com Anderson, gerente de uma loja, carretas costumam chegar por volta das 8h da manhã para descarregar mercadorias e permanecem estacionadas no local durante grande parte do dia.

“O caminhão fica praticamente o dia todo aqui. Além de atrapalhar o trânsito, já tivemos vários casos de rompimento de fios de internet, o que prejudica diretamente o funcionamento das lojas”, afirmou.

Caminhões estacionados
Foto: Arquivo Pessoal

O comerciante relata que o problema ocorre há bastante tempo e que o comércio já procurou diversas vezes a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). No entanto, segundo ele, a resposta do órgão é de que não há irregularidade, já que não existe sinalização proibitiva nem guia rebaixada no trecho.

“Questionei também sobre o horário, porque em outros municípios a carga e descarga acontece geralmente entre 19h e 7h. A SMT informou que, por não haver placa regulamentando, a prática estaria liberada, inclusive em horário comercial”, disse.

Ainda segundo Anderson, os prejuízos vão além do congestionamento. Ele destaca a perda de visibilidade da fachada das lojas, dificuldades no acesso de clientes e danos operacionais causados pela interrupção da internet.

“Em um dos casos, um colega chegou a perder uma licitação porque ficou sem conexão após um caminhão arrebentar os fios durante a manobra”, relatou.

O gerente afirma que a situação se repete com frequência, ocorrendo pelo menos três a quatro vezes por semana. Ele também informou que tentou contato direto com o superintendente da SMT, Ricardo da Cunha, mas não obteve retorno.

“As reclamações foram feitas de forma formal, e agora aguardamos providências do órgão”, concluiu.

O Acorda Cidade irá entrar em contato com a SMT em busca de um retorno.

Com informações do repórter Ed Santos, do Acorda Cidade

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