

Constantes são as reclamações dos moradores de Feira de Santana a respeito de ruas intransitáveis, acúmulo de lixo, mato alto e buracos nas vias do município. O Acorda Cidade tem um espaço reservado para trazer à luz as denúncias da população por meio dos “Flagrantes do WhatsApp”, com o número (75) 98297-4004.
A Rua Granito, no bairro Pedra do Descanso, é um dos alvos de reclamação. O local não tem nenhum tipo de calçamento e, para piorar, os paralelepípedos se misturam com a lama, intensificada em períodos chuvosos. “Como é que a gente paga nossos impostos, nossos encargos, e mora numa situação dessas aqui? É complicado… Complicadíssimo”, contou Willian, morador da Rua Granito.
Situação similar acontece na Rua Vandinha, no bairro Caseb. Sem calçamento e pavimentação, torna-se difícil se locomover na via, especialmente em dias chuvosos, podendo ocasionar uma queda.

Na Rua A do conjunto Jomafa, um buraco se abriu. Os moradores utilizaram placas e estruturas de madeira para sinalizar o vão, na tentativa de evitar acidentes.

No conjunto Jomafa, na entrada do caminho 35, um buraco também se abriu, mas desta vez, não há sinalização alguma aos motoristas e pedestres. De acordo com Augusto, morador da região, um carro ficou atolado no buraco devido ao rompimento da boca de lobo. Agora, o caminho está interditado.

É necessário atenção à Rua Leôncio Ramos Gomes, no bairro Brasília, próxima ao cruzamento da Rua Senador Quintino com a Avenida João Durval. O calçamento está se desfazendo e, nas extremidades da via, o descarte irregular de lixo e a vegetação crescente começam a se intensificar. Para que os paralelepípedos não se soltem cada vez mais, torna-se indispensável uma manutenção.

Um córrego vem incomodando os residentes da Rua José Gonzaga Sobrinho, no Conjunto Alvorada, no bairro Gabriela. O córrego apresenta muito mato, terra e entulhos, o que deixa a água atingir o nível máximo. “Acredito que na próxima chuva forte que tiver, vai transbordar. Nós moradores da Rua José Gonzaga Sobrinho pedimos socorro para que seja feita a limpeza o mais rápido possível”, solicita a moradora Sinthia.

Na entrada de um condomínio residencial, no bairro Asa Branca, o atraso na coleta de lixo resultou na ocupação da capacidade máxima da “casinha do lixo”, que transbordou com os resíduos.

Um terreno baldio no centro da cidade é alvo de práticas irregulares. Localizado na Rua Visconde de Barbacena, próximo ao Centro de Abastecimento, o terreno virou, indevidamente, um local para descarte irregular e ateamento de fogo em lixo.
“Fica aqui colado aqui na minha loja. É um terreno baldio, abandonado, que só anda cheio de lixo, que o povo vai para trás dos matos, defecar, urinar e jogar lixo. Segundo um relato que ouvi, uma caminhonete veio, encostou aí no fundo, jogou essa porcaria toda aí e tocou fogo”, contou uma lojista da região.

Mato alto também afeta a Rua Continental, no bairro Subaé. O terreno abandonado localizado na via expandiu a vegetação para o passeio, impossibilitando a passagem de pedestres, o que causa sensação de insegurança, pois estão suscetíveis à mordidas de animais peçonhentos, além de acidentes, já que terão de transitar pela rua.

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