9 de March de 2026
Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade
A iniciativa antecipou as atividades do Dia Mundial do Rim, celebrado anualmente na segunda quinta-feira de março.
Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Moradores de Feira de Santana que passaram pelo Parque Municipal Erivaldo Cerqueira, o Parque da Lagoa, encontraram neste domingo (8) uma ação social voltada à conscientização sobre a saúde renal. A iniciativa antecipou as atividades do Dia Mundial do Rim, celebrado anualmente na segunda quinta-feira de março.

Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

O evento reuniu profissionais de saúde e voluntários que ofereceram gratuitamente serviços como aferição de pressão arterial, teste rápido de glicemia e orientações nutricionais, além de informações sobre prevenção e diagnóstico precoce das doenças renais. A ação foi promovida com apoio da Sociedade Brasileira de Nefrologia e do Grupo CSB Senhor do Bonfim.

De acordo com a médica nefrologista Huiara Gomes, o objetivo principal da mobilização foi alertar a população sobre a importância do acompanhamento da função renal, já que muitas doenças relacionadas aos rins não apresentam sintomas nas fases iniciais.

Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Huiara Gomes | Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“A gente precisa monitorar a doença renal porque ela muitas vezes é assintomática e a forma de a gente detectar se o rim tem alguma disfunção ou não é através do exame de creatinina. Quanto maior o nível de creatinina, maior o risco do paciente estar com a função renal ruim e ter risco de fazer hemodiálise”, explicou.

A especialista também destacou que alguns grupos precisam ter atenção redobrada com a saúde dos rins. “Hipertensos, diabéticos, pessoas obesas e os pacientes acima de 60 anos”, afirmou.

Durante a ação, profissionais realizaram triagens rápidas de saúde e, quando identificavam alterações nos exames ou sinais vitais, os participantes recebiam encaminhamento para exames laboratoriais mais detalhados.

Além da prevenção à doença renal, a campanha deste ano também trouxe uma abordagem voltada à preservação ambiental, o que motivou a escolha do parque como local para realização do evento.

Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A assistente social Juliana Borges explicou que a ação foi antecipada justamente para aproveitar o movimento de pessoas no espaço público.

“Resolvemos antecipar as comemorações para esse domingo, porque a campanha, além de solicitar que a gente alerte a população sobre as doenças renais, esse ano pede para que a gente envolva também a preservação ambiental. Então por isso que a gente escolheu uma área verde, um parque aberto”, disse.

Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Segundo ela, a estratégia também foi aproximar o tema da população que já frequentava o parque em busca de lazer.

“A população vem para o lazer, mas também vem em busca de informação. Porque sabe que, infelizmente, boa parte da população está sendo acometida por doenças silenciosas, como diabetes e hipertensão”, afirmou.

Entre os serviços oferecidos estavam aferição de pressão arterial, teste rápido de glicemia, orientações nutricionais e distribuição de vouchers para exames laboratoriais de ureia e creatinina, utilizados para rastrear possíveis alterações na função renal.

Ação social no Parque da Lagoa marca mobilização pelo Dia Mundial do Rim em Feira de Santana
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“A gente também está distribuindo alguns vouchers para a realização de exames de ureia e creatinina. Essas pessoas que apresentarem aqui uma descompensação da glicemia ou da pressão automaticamente vão receber esse voucher para fazer os exames e verificar se de fato existe alguma doença renal crônica”, explicou Juliana Borges ao Acorda Cidade.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade

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