

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), cobrou explicações do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), sobre um decreto editado pelo petista na época em que governou o estado da Bahia.
Neto afirmou que, por conta da decisão de Rui Costa, ocorreu uma restrição à portabilidade do cartão consignado Credcesta para servidores públicos estaduais da Bahia.
Em entrevista ao Mais Região, site parceiro do Acorda Cidade, o agora pré-candidato ao governo do estado afirmou que o assunto precisa ser esclarecido pelas autoridades responsáveis.
“Esse é um assunto que deve ser tratado pelas autoridades, seja do Legislativo ou do Judiciário que estão abordando o tema. Que cada um responda de acordo com a sua responsabilidade”, disse ACM Neto.
Ainda segundo o Mais Região, a decisão impediu que servidores transferissem dívidas do Credcesta para outras instituições financeiras, o que gerou questionamentos sobre possível restrição à concorrência no crédito consignado.
O caso voltou aos holofotes após reportagens apontarem que o modelo de crédito estaria ligado a operações envolvendo o Banco Master. A instituição teria participação relevante na operação do cartão consignado utilizado por servidores da Bahia.
“Foi uma atividade que eu realizei em um período em que não ocupava função pública. Foi totalmente lícita, oficial, com contrato assinado, nota fiscal emitida e imposto recolhido”, disse ACM Neto.
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