18 de March de 2026
Reitoria da Uefs
Foto: Bernardo Bezerra/Ascom Uefs
Em 2025, foram registrados cerca de 1.470 feminicídios, o maior número desde a inclusão do crime na legislação brasileira, em 2015.
Reitoria da Uefs
Foto: Bernardo Bezerra/Ascom Uefs

Visando fortalecer o debate público sobre a violência contra as mulheres e discutir caminhos para o aprimoramento das políticas públicas de proteção, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), por meio do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres e Relações de Gênero (Mulieribus), em parceria com o Coletivo de Mulheres de Feira de Santana (Comu) e organizações da sociedade civil, promove, no dia 25 de março, às 14h, no Auditório do Módulo 7 da Uefs, o 15º Seminário Março Mulher.

Com o tema “Feminicídio na Bahia: repensando formas de prevenção e combate”, o evento é uma iniciativa da universidade vinculada ao projeto de extensão Trabalhando Violência e Gênero nas Escolas Públicas em Feira de Santana (Mulieribus/Proex), realizado em parceria com movimentos sociais e a rede de proteção às mulheres.

Seminário na Uefs debate políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres
Foto: Reprodução/ Assessoria de Comunicação Social da Uefs

O seminário ocorre em um contexto preocupante de violência contra as mulheres no Brasil. Em 2025, foram registrados cerca de 1.470 feminicídios, o maior número desde a inclusão do crime na legislação brasileira, em 2015. Diante desse cenário, o encontro pretende promover reflexões sobre estratégias de prevenção, o fortalecimento da rede de proteção às mulheres, o aprimoramento das políticas públicas e o papel das instituições no enfrentamento ao feminicídio.

A atividade é aberta ao público e contará com a participação das palestrantes Selma Glória, conselheira do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e coordenadora do Programa de Gênero, Raça e Igualdade Racial (PGIR); Sidinea Pedreira, integrante do Coletivo de Mulheres de Feira de Santana e mestra em Estudos de Gênero; Lorena Almeida, delegada titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e pós-graduada em Direito Público; e Adriana Lima, diretora da CUT-Bahia e presidente do Sintaf Feira.

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