


O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc) protocolou, na quinta-feira (16), um pedido na Justiça solicitando a transferência da custódia do motorista Felipe Cunha Lima, que está internado em um hospital de Feira de Santana.
O homem acusado de atropelar mãe e filho no bairro Santo Antônio dos Prazeres está sob escolta policial desde o dia 13 de abril. A entidade pede que a vigilância do paciente seja repassada com urgência para a Secretaria de Assuntos Prisionais ou para a Polícia Militar.
Segundo o pedido a que o portal Acorda Cidade teve acesso, a permanência ininterrupta de um policial na unidade de saúde tem desfalcado o atendimento na Central de Flagrantes do município de Feira de Santana, que conta com apenas três policiais civis em cada período de trabalho.
O sindicato argumenta que a guarda de presos não é atribuição da instituição e exige a adequação imediata da escolta para não comprometer o serviço prestado à população.
No documento encaminhado à Vara de Acidentes de Veículos, o Sindpoc endossa os apontamentos já feitos nos autos pela delegada Danielle Lima Matias, que classificou como “absurda” a redução do efetivo na delegacia para vigiar o detento. O texto ressalta que deslocar um servidor para atuar como guarda compromete diretamente a atividade-fim de polícia judiciária.
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