

Entre memórias, histórias e saberes que se recusam ao silenciamento, nasce a coletânea “Águas passadas movem moinhos: discussões afrodiaspóricas em educação e memória”. A obra, que tem lançamento marcado para o dia 5 de maio, afirma a educação como território de re-existência, onde ancestralidade, feminismo negro e experiências locais tecem práticas antirracistas e libertadoras.
A obra é tecida por trajetórias comprometidas com a ruptura das epistemologias coloniais e tem autoria de Adriana Dantas e Sirlene Bispo.
Adriana Dantas é historiadora formada pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), com mestrado em História Social pela mesma instituição e doutorado pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Realizou pós-doutorado na Universidade de Lisboa e é professora plena da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Fundadora do Lecadia, sua produção atravessa os séculos XVIII e XIX da Bahia para iluminar experiências de mulheres da diáspora africana, tensionando temas como escravidão, gênero, raça/cor e mobilidade social. Sua escrita se ancora nas teorias feministas negras e decoloniais, deslocando o olhar histórico para além das narrativas hegemônicas.
Sirlene Bispo é psicóloga, Graduada pela Uefs, Mestra em Educação também pela Uefs e pesquisadora do Laboratório de Estudos Conexões Atlânticas e Diáspora Africana: Cultura Afro-brasileira e Indígena. Atua também na internacionalização da educação através da coordenação de Mobilidade In da Assessoria Especial de Relações Institucionais da Uefs , onde é servidora técnica.
Data: 5 de maio
Data: 15h às 17h
Local: Foyer do Teatro da UEFS
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