5 de May de 2026
Márcia Colares Godinho
Márcia Colares Godinho | Foto: Reprodução/ Calila Notícias
Hemerson, conhecido também como “Meidinha”, é apontado como amigo próximo de Márcia Colares Godinho, que reside em Coité.
Márcia Colares Godinho
Márcia Colares Godinho | Foto: Reprodução/ Calila Notícias

A tragédia da queda de um avião monomotor, registrada na segunda-feira (4), em Belo Horizonte (MG), continua repercutindo, especialmente na Bahia. Isso porque uma moradora de Conceição do Coité (BA), natural de Teófilo Otoni (MG), afirmou ter ligação direta com uma das vítimas do acidente.

Queda de avião em Belo Horizonte deixa dois mortos após colisão com prédio
Avião caiu em prédio em Belo Horizonte. — Foto: Globocop

O acidente aconteceu poucos minutos após a decolagem no Aeroporto da Pampulha, quando a aeronave de pequeno porte atingiu um prédio no bairro Silveira, na região nordeste de Belo Horizonte. A ocorrência deixou mortos e feridos. 

De acordo com o portal g1, o Corpo de Bombeiros informou que o piloto e um dos passageiros morreram ainda no local do acidente. Outras três vítimas foram socorridas em estado grave e levadas para o Hospital João XXIII. Entre elas, o empresário Leonardo Berganholi, que não resistiu após dar entrada na unidade.

Arthur Berganholi, que também estava na aeronave, sofreu fratura na perna esquerda, foi atendido e tem quadro estável. 

Já Hemerson Cleiton Almeida, outro ocupante do avião, apresentou lesões mais graves, com fraturas nas duas pernas. Ele passou por cirurgia e também segue estável. Segundo o portal Calila Notícias, parceiro do Acorda Cidade, Hemerson, conhecido também como “Meidinha”, é apontado como amigo próximo de Márcia Colares Godinho, que reside em Coité.

Emocionada, Márcia afirma ter ficado surpresa ao saber do acidente. “Fiquei muito surpresa. Tentei entrar em contato com amigos dele, estou aguardando notícias e rezando para que ele se recupere. A gente trabalhava junto, saia pra farra, tinha uma turma de amigos. Era uma convivência muito boa e mantemos essa boa relação até hoje. Estou na torcida pela recuperação dele”, contou ao portal.

De acordo com Márcia, ela conheceu Hemerson por volta da década de 1990, quando trabalharam juntos em uma transportadora. A convivência profissional evoluiu para uma amizade duradoura, que se manteve ao longo dos anos, inclusive durante períodos vividos em Belo Horizonte e São Paulo.

Segundo Márcia, Leonardo Berganholi também era natural de Teófilo Otoni e Hemerson atuava no setor financeiro da empresa dele.

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