29 de May de 2026
Infraestrutura urbana: cresce a indignação em bairros de Feira de Santana com a falta de serviços públicos
Foto: Enviada pelo Whatsapp

A falta de manutenção em diversos bairros de Feira de Santana, vem causando crescente preocupação na população. Devido ao acúmulo de mato alto, o espaço se torna um ambiente ideal para a habitação de aranhas e escorpiões, colocando em risco a saúde da comunidade. 

A situação é crítica na Rua Varzinha, localizada no Parque Ipê. De acordo com a reclamação feita pelo morador Tiago ao Acorda Cidade, pragas urbanas já estão invadindo as casas da vizinhança. A invasão gera preocupação, visto que esses animais trazem risco principalmente a crianças e idosos, que são mais vulneráveis a picada.

Infraestrutura urbana: cresce a indignação em bairros de Feira de Santana com a falta de serviços públicos
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A falta de manutenção pública chegou à Avenida Presidente Dutra, um dos principais cartões-postais e pistas de caminhada de Feira de Santana. O mato alto tomou conta das margens, reduzindo o espaço de circulação.  

A situação é tão crítica que os pedestres e praticantes de exercícios estão sendo obrigados a caminhar em “fileiras”, disputando o pouco espaço que resta. Além do desconforto, a ausência da limpeza tem gerado insegurança e o medo constante de animais peçonhentos.

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Escorpião em CMEI

A situação se repete em uma creche no bairro Conceição II. No Centro Municipal de Educação Infantil Eduarda Oliveira Franca, foi flagrada a presença de um escorpião, gerando pânico entre funcionários e pais. Segundo informações passadas ao Acorda Cidade, a proliferação desses animais está diretamente ligada ao acúmulo de mato alto na região.

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Em contato com a nossa equipe, Eric, representante da denúncia, reforçou a necessidade de intervenção imediata da prefeitura para evitar que um acidente grave ocorra com as crianças: “Ajuda a gente, para que uma fatalidade não aconteça” conclui o apelo.

Mato em ponto de ônibus, vias com buracos e falta de sinalização em lombadas

A precariedade dos serviços públicos em Feira de Santana gera indignação, especialmente na Rua Tupinambás, no bairro Mangabeira, onde o matagal tomou conta de um ponto de ônibus, expondo passageiros ao risco de animais peçonhentos. O problema, que se repete em bairros como Parque Ipê e Conceição II, vai além do mato alto, incluindo vias repletas de buracos e falta de sinalização básica. De acordo com os moradores, esse cenário de desatenção com a infraestrutura tem comprometido a segurança de quem depende diariamente do transporte coletivo na cidade.

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Moradores da Avenida Iguatemi cobram uma intervenção urgente das autoridades diante do perigo visível causado por um quebra-molas sem sinalização na via. Como registra a imagem em um dia de chuva, a falta de pintura refletiva e de sinalização vertical torna os redutores de velocidade invisíveis com a pista molhada, transformando o trecho em uma via perigosa para motoristas e motociclistas.

Relatos locais apontam que a falta de visibilidade já está provocando pequenos acidentes e danos materiais constantes, exigindo uma ação imediata do órgão competente de trânsito antes que uma tragédia maior aconteça na região.  

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Buraco em calçada

Uma cratera aberta e completamente desprotegida na calçada da Avenida Ayrton Senna, no bairro Mangabeira, transformou o direito de ir e vir dos pedestres em um teste de sobrevivência. 

O apelo da moradora Elizabeth Teixeira expõe a gravidade da situação: a falta de tampões de cimento nas caixas de coleta, juntamente com o matagal que encobre os buracos, já provocou a queda de três pessoas apenas este ano.

Em um dos episódios, o esposo dela, precisou de atendimento médico na UPA e se afastou do trabalho; no caso mais recente, mãe e filha caíram juntas no fosso e caíram em direção à pista, quase sendo atropeladas. Mesmo depois de alertas formais via canal 156 e apelos diretamente a fiscais da prefeitura, nenhuma providência foi adotada, restando à comunidade o apelo desesperado para que o secretário Justiniano atue imediatamente antes que o pior aconteça.

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Lixão na calçada e riscos à saúde

A calçada da Rua Antônio Alves de Melo (popularmente conhecida como Rua Alagoas), no bairro Sobradinho, transformou-se em um lixão a céu aberto que se arrasta há meses sem solução.

O descarte irregular acumulado atrai ratos, baratas e muriçocas, gerando grave risco à saúde pública. Em um apelo desesperado, a moradora Jozy Marins externou a preocupação de toda a comunidade, alertando que idosos e crianças estão expostos a doenças devido à sujeira. Os moradores cobram uma limpeza urgente do setor de coleta e fiscalização rigorosa para supervisionar o descarte no local. 

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A mesma situação ocorre na Rua Levigildo Lacerda, localizada no bairro Liberdade. De acordo com o morador do bairro, Paulo Sérgio, a rua está fechada de mato, com acúmulo de lixo e falta de iluminação.  

As imagens mostram que a vegetação invadiu a pista e o acúmulo de entulho atrai animais peçonhentos. Além disso, a iluminação precária tem gerado insegurança nos moradores ao sair à noite. A comunidade solicita que a Secretaria de Serviços Públicos realize a capina e a reposição das lâmpadas o quanto antes. 

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Parque Lagoa Grande: moradores cobram limpeza e segurança urgente

O Parque Lagoa Grande, importante área de lazer em Feira de Santana, enfrenta uma situação crítica que compromete o uso da população e a preservação do ecossistema local. Registros recentes mostram o acúmulo de lixo e entulho nas margens, além do surgimento de peixes mortos, o que sinaliza uma queda preocupante na qualidade da água. Somado aos problemas ambientais, a presença de cavalos soltos circulando livremente pelas áreas de convivência gera insegurança para os frequentadores e riscos de acidentes.

Diante desse cenário de falta de atenção com a manutenção urbana, a comunidade solicita uma intervenção imediata dos órgãos competentes para a limpeza da área, o recolhimento dos animais e a investigação das causas da mortalidade dos peixes, visando recuperar as condições de uso e a segurança do parque.

Matéria escrita pela estagiária de jornalismo Bárbara Cardoso, com supervisão da jornalista Jaqueline Ferreira

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