7 de July de 2026
APLB realiza manifestação na Câmara de Feira; professores devem relatar situação na Tribuna Livre nesta quinta (19)
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

A professora e presidente da Associação dos Professores Licenciados do Brasil (APLB) de Feira de Santana, Marlede Oliveira, anunciou a realização de uma audiência com o governo municipal nesta sexta-feira (10), para discutir a atualização da tabela salarial dos professores e funcionários da área da educação. 

Ao Acorda Cidade, a presidente destacou que um acordo sobre o reajuste foi homologado pelo Tribunal do Estado da Bahia em outubro de 2025. O governo deveria ter cumprido o acordo até novembro, no entanto, isso não aconteceu. 

“Nós começamos o ano já com as negociações e ainda faltam algumas questões serem cumpridas. Já conseguimos o enquadramento de todos os professores, falta mudança de referência para ser publicada e a questão do cumprimento da tabela salarial, que é importante, porque nós queremos a reformulação do plano de carreira e a tabela salarial faz parte do nosso plano de carreira”. 

Marlede Oliveira espera que essa audiência aconteça, para que a APLB possa tratar do reajuste que, conforme proposto pelo governo, seria pago em julho e em dezembro. 

Marlede Oliveira, presidente da APLB Sindicato
Marlede Oliveira, presidente da APLB Sindicato | Foto: Paulo José/ Acorda Cidade

De acordo com a presidente, Feira de Santana receberá R$ 590 milhões de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Desse valor, 70% deve ser destinado aos salários de professores e funcionários. 

“A tabela salarial é lei e precisa ser cumprida já que nós cumprimos a lei, mas o governo também precisa cumprir sua parte. O que nós queremos nesse momento é o cumprimento da nossa pauta de reivindicações”. 

A professora também afirmou que haverá uma assembleia da APLB com os trabalhadores da educação após a audiência. 

“Lei é para ser cumprida, e o governo municipal, tanto o prefeito como o secretário de educação, precisa cumprir aqui os acordos que são feitos”.

Com informações do repórter Paulo José, do Acorda Cidade

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