10 de July de 2026
Carreta do Aqui Tem Especialistas: secretaria convoca pacientes que estão na fila do SUS à espera do exame de tomografia
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Moradores de diversos bairros em Feira de Santana têm enfrentado dificuldades para realizar a marcação de consultas e exames nas Unidades Básicas de Saúde e em policlínicas do município.

O motivo para as reclamações seria a falta de internet nas unidades de saúde, a exemplo das UBS dos bairros Queimadinha, Gabriela, Rocinha, Humildes, Conceição, Jardim Cruzeiro, dentre outros locais.

Questionado sobre a falta de internet nas UBS e policlínicas, o secretário de saúde do município, Rodrigo Matos, esclareceu durante o Programa Acorda Cidade que o problema foi ocasionado pela mudança de empresa terceirizada, responsável por prover o serviço.

“Ao assumir a gestão, muito se falava de atraso de salário, de uma prestação de serviço que não era tão boa por algumas organizações sociais. E a gente tomou atitude, abrindo processos administrativos e que culminou na rescisão contratual. A gente rescindiu o contrato de uma das organizações sociais que não estava executando o contrato de forma adequada. Com isso, dentre outros problemas, tinha o problema de internet. Nós fizemos isso, a empresa saiu, outra assumiu e já está resolvendo.”

O secretário informou que a mudança de uma empresa terceirizada para outra afetou 45 Unidades Básicas e duas policlínicas localizadas no bairros Tomba e Feira X. No entanto, a nova administração tem um prazo até 20 de julho para retomar todo o serviço.

“Várias já foram recuperadas, e a qualidade que está sendo colocada é muito melhor do que tinha. Então, o que a gente está fazendo é um processo de melhoria e tem transição. O prazo é dia 20 de julho para 100% estar resolvido.”

Matos garantiu ainda que, mesmo sem a internet, as unidades de saúde permanecerão atendendo à população normalmente, só que anotando os dados de forma manual.

“O que não pode deixar é a pessoa de ser atendida. O médico não vai deixar de atender. Existe plano de contingência, que é atender manual. Então a gente otimiza, obviamente, o recurso que a gente tem para que a gente possa priorizar o que é mais importante para a comunidade.”

O secretário Rodrigo Matos informou ainda que entre os problemas apontados para a substituição de empresas que prestam serviços à Secretaria de Saúde foi o não cumprimento de cláusulas contratuais, entre elas os pagamentos aos funcionários.

Segundo o gestor da saúde, todas as empresas que prestaram um mal serviço foram substituídas. “A gente não tem problema de pagamento com relação à saúde. Posso garantir que o que a gente tinha de problema, substituiu.”

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