
A 5ª Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária será realizada entre os dias 22 e 24 de julho, em Feira de Santana, reunindo agricultores familiares, empreendimentos da economia solidária, universidades, organizações sociais, gestores públicos e a comunidade. Promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Feira de Santana (Sintraf), em parceria com o Movimento de Organização Comunitária (MOC) e diversas instituições, o evento contará com comercialização de produtos, palestras, oficinas, debates e apresentações culturais.
Além da venda de alimentos e produtos diretamente dos agricultores, a programação busca promover discussões sobre temas considerados estratégicos para o desenvolvimento rural, como mudanças climáticas, juventude rural, inovação, economia solidária e fortalecimento das políticas públicas voltadas para o campo.
Entre os destaques estão uma mesa de debate sobre os impactos das mudanças e emergências climáticas na agricultura familiar, com participação de especialistas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Secretaria da Agricultura (Seagri) e representantes do poder público.
A programação também prevê uma roda de conversa sobre sucessão da juventude rural, que discutirá estratégias para estimular a permanência dos jovens no campo, além de uma oficina voltada ao uso de tecnologias digitais para ampliar a comercialização da produção da agricultura familiar.
Outro destaque será a palestra “Tarifa Zero”, ministrada pelo economista Rosivaldo, da Uefs. O evento ainda contará com um momento religioso em ação de graças pelo Dia do Lavrador, pronunciamentos de autoridades e apresentações culturais, entre elas o show de Neném do Acordeon e a tradicional Quadrilha Arraiá das Coroas da Matinha.
Em sua quinta edição, a Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária busca fortalecer a agricultura familiar como instrumento de geração de renda, segurança alimentar, preservação ambiental e desenvolvimento sustentável, além de incentivar a economia solidária e ampliar o diálogo entre produtores, instituições e consumidores.
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