
A montagem da estrutura dos camarotes para a Micareta de Feira 2026, na Avenida Presidente Dutra, está a todo vapor. Na manhã desta sexta-feira (9), a reportagem do Acorda Cidade esteve no circuito oficial da folia para conferir de perto o andamento dos serviços.
Segundo Eudes Bacelar, representante da empresa Sol de Verão, responsável pela montagem dos camarotes, os trabalhos foram iniciados após as eleições para evitar conflitos com o trânsito e facilitar a movimentação de veículos com destino aos locais de votação.

“Nós tivemos a autorização oficial por parte da Secretaria de Cultura, que foi publicada no Diário Oficial no dia primeiro de outubro, mas, por questões de logística da empresa mesmo, optamos em iniciar a montagem só agora, após as eleições, para evitar aquela situação de transtorno”, disse.
De acordo com o profissional, a montagem começa pelo trecho entre a região da Hemoba e o Colégio Luiz Eduardo, onde ficarão os camarotes do gabinete, da imprensa, da Câmara Municipal e do Exército.

A partir da próxima semana, outras duas equipes atuarão nas áreas próximas a um posto de combustíveis, no setor destinado à Polícia Civil, e ao palco de Luciano Melo.
“Da parte estrutural do ano passado para cá não teve alteração. Hoje e amanhã, sábado, será montada a cobertura de alumínio. A partir da terça-feira, por conta do feriado do dia 12, não vamos atuar na segunda, mas, a partir da terça-feira, vai começar a chegar aqui a estrutura de piso propriamente dita do camarote para trabalhar até o próximo domingo”, explicou Eudes.

A previsão da empresa é concluir a montagem dois ou três dias antes do início da festa. No período de maior movimentação, entre 45 e 50 trabalhadores devem atuar no serviço. Eudes informou à reportagem do Acorda Cidade que a empresa montará a mesma quantidade de camarotes do ano passado.
O profissional ainda revelou que a estrutura passa por acompanhamento e fiscalização de órgãos como o Corpo de Bombeiros, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), a Defesa Civil e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur).

“Montar a estrutura é mais difícil porque você tem que tá esperando, aguardar liberação de espaços. Tem muito detalhe, às vezes tem algumas alterações que o cliente pede, isso aí demora mais. Já na desmontagem, a gente já vai recolhendo e distribuindo para empresa ou deslocando para outro local de evento que ainda tem posteriormente”, justificou Eudes ao explicar a diferença de tempo para os serviços.

Com informações do repórter Paulo José, do Acorda Cidade.
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