24 de October de 2026
Imagem: Pixabay

Pouca gente sabe, mas os tradicionais exercícios de pilates também podem ser aliados de quem deseja fortalecer os glúteos. Embora a modalidade seja frequentemente associada à flexibilidade, à postura e ao alívio de tensões musculares, seus movimentos também estimulam diferentes grupos musculares.

Por isso, algumas práticas podem complementar a rotina de atividade física, inclusive de pessoas que já realizam musculação ou outras modalidades.

Exercícios de pilates para complementar as atividades físicas

O trabalho dos glúteos vai além da questão estética. Esses músculos participam de movimentos como caminhar, subir escadas, levantar da cadeira e manter o equilíbrio. Quando fortalecidos, ajudam a oferecer maior sustentação ao quadril e contribuem para a estabilidade corporal.

Entre os movimentos que podem ser incorporados aos treinos está o Swimming, conhecido como nado. Realizado com o corpo deitado de barriga para baixo, consiste em elevar alternadamente um braço e a perna contrária, mantendo o abdômen ativo.

A movimentação deve ser suave, sem exagerar na elevação dos membros. Além dos glúteos, a prática estimula a musculatura das costas e favorece o controle do tronco.

Outra possibilidade é a extensão de quadril em quatro apoios, chamada Leg Kick Back.

Nesse exercício, a pessoa posiciona mãos e joelhos sobre o solo e estende uma perna para trás, evitando movimentações excessivas da coluna. Depois, retorna à posição inicial e troca de lado.

A atividade exige estabilidade abdominal e estimula principalmente os músculos responsáveis pela extensão do quadril.

Pilates favorece o fortalecimento dos glúteos e o equilíbrio da região pélvica

O Side Kick também merece atenção. Feito de lado, com uma perna apoiada e a outra estendida, envolve deslocamentos controlados da perna superior para a frente e para trás. O objetivo é movimentar o membro sem deixar a pelve acompanhar o deslocamento. Essa exigência favorece o fortalecimento dos glúteos e o equilíbrio da região pélvica.

Já o Shoulder Bridge, ou ponte de ombros, começa com a pessoa deitada de costas, joelhos dobrados e pés apoiados. A partir dessa posição, o quadril é elevado gradualmente, acionando os glúteos, antes de retornar ao chão de maneira controlada. O movimento também envolve a musculatura posterior das coxas.

Esses exercícios podem ser adaptados para iniciantes e praticantes experientes, conforme suas condições físicas. Pessoas com dores, lesões ou limitações de mobilidade devem buscar orientação profissional antes de executá-los.

A intensidade e a amplitude dos movimentos precisam respeitar a capacidade individual, priorizando a técnica e a segurança durante a prática.