1 de November de 2026
Anvisa autoriza cinco medicamentos injetáveis para controle do peso e da glicose
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o registro de cinco novos medicamentos injetáveis nesta quinta-feira (29). Publicados no Diário Oficial da União, os registros ampliaram as alternativas para quem precisa controlar diabetes ou obesidade e elevaram para 20 o total de canetas dessa categoria autorizadas pela Anvisa em 2026.

Segundo a agência, o Ministério da Saúde pediu prioridade na análise dos pedidos para garantir o abastecimento do mercado e atender às futuras demandas do Sistema Único de Saúde.

Quem fabrica os produtos aprovados

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A Anvisa concedeu à Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos Ltda. o registro da Aribet, feita com liraglutida e indicada para o tratamento do diabetes. A produção ficará a cargo da indiana Biocon, e a mesma empresa também obteve autorização para a Lyrza e a Wylovol.

Ambas à base de liraglutida e indicadas para a obesidade, sempre associadas à prática de exercícios físicos e a mudanças na alimentação. A Dr. Reddy’s Farmacêutica do Brasil Ltda, e obteve o registro da Embeltah, feita com semaglutida e indicada para o tratamento do diabetes.

Pontos-chave
Pontos-chave sobre a autorização da Anvisa
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Anvisa autorizou o registro de cinco novos medicamentos injetáveis publicados no Diário Oficial da União.
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Os registros ampliaram alternativas para tratar diabetes ou obesidade e elevaram para 20 o total de canetas dessa categoria autorizadas em 2026.
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Farma Vision obteve registro da Aribet (liraglutida) fabricada pela indiana Biocon, que também teve autorização para a Lyrza e a Wylovol (liraglutida, indicadas para obesidade).
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Dr. Reddy’s Farmacêutica do Brasil Ltda. teve registro da Embeltah (semaglutida) indicada para tratamento do diabetes.
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O fim das patentes da liraglutida e da semaglutida permitiu o ingresso de fabricantes indianos, aumentando concorrência; aprovação pela Anvisa não garante venda imediata.

Fim das patentes abre espaço no mercado

O avanço de fabricantes indianos no Brasil tem relação direta com o fim das patentes da liraglutida e da semaglutida, moléculas que antes eram protegidas por um número restrito de laboratórios. Com o fim dessa proteção, outras empresas passaram a desenvolver versões próprias dessas substâncias, o que tende a aumentar a concorrência entre marcas.

Quando os remédios chegam às farmácias

A aprovação pela Anvisa não significa venda imediata, e antes de chegar às prateleiras, cada um dos cinco medicamentos ainda precisa passar por etapas que definem o preço e viabilizam a comercialização. Só depois dessas etapas os produtos ficam disponíveis para compra, o que costuma levar algum tempo após a liberação do registro.

A Anvisa começou a priorizar essas análises em agosto de 2025, a pedido do Ministério da Saúde, para acelerar o acesso a tratamentos dessa classe. Enquanto o processo de precificação avança, pacientes com diabetes e obesidade devem continuar acompanhando essas opções com médicos e farmácias.

Por que o fim das patentes permite mais medicamentos no mercado

Essa concorrência entre marcas tende a aumentar a oferta de produtos e pressionar os preços para baixo.