{"id":104231,"date":"2025-10-11T18:00:34","date_gmt":"2025-10-11T21:00:34","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=104231"},"modified":"2025-10-11T18:00:34","modified_gmt":"2025-10-11T21:00:34","slug":"pesquisa-aponta-que-violencia-sexual-e-considerada-a-violacao-que-mais-atinge-meninas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=104231","title":{"rendered":"Pesquisa aponta que viol\u00eancia sexual \u00e9 considerada a viola\u00e7\u00e3o que mais atinge meninas"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/noticiasbahia360.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/violencia-meninas-imagem-ilustrativa-foto-marcelo-casal-agencia-brasil.jpg\" alt=\"Viol\u00eancia sexual \u00e9 viola\u00e7\u00e3o que mais atinge meninas, aponta pesquisa\"><figcaption>Foto: Marcelo Casal\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Ag\u00eancia Brasil \u2013 De cada dez brasileiros nove (87%) destacam a viol\u00eancia sexual como o tipo de viola\u00e7\u00e3o que mais vitima meninas. E \u00e9 tamb\u00e9m considerada a mais comum no pa\u00eds por 43% da popula\u00e7\u00e3o.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1662350&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1662350&amp;o=node\"><\/p>\n<p>Os dados constam da pesquisa Percep\u00e7\u00f5es sobre viol\u00eancia e vulnerabilidade de meninas no Brasil, consolidada pelo Instituto QualiBest, a pedido da Plan Brasil. Os resultados foram divulgados por ocasi\u00e3o do Dia Internacional da Menina, celebrado neste s\u00e1bado (11).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foram bastante citadas no question\u00e1rio aplicado, al\u00e9m da viol\u00eancia sexual, a f\u00edsica; a psicol\u00f3gica\/emocional; e a online, que envolve os casos de cyberbullying, ass\u00e9dio e exposi\u00e7\u00e3o de imagens na internet. Gravidez na adolesc\u00eancia, que pode, inclusive, ser resultante de um estupro, foi outro destaque (56%).\u00a0<\/p>\n<p>A pesquisa coletou, por meio de formul\u00e1rio online, avalia\u00e7\u00f5es de 824 pessoas de todas as classes sociais e regi\u00f5es do Brasil, das quais 433 eram mulheres e 381 homens. A propor\u00e7\u00e3o de pessoas que percebem a adultiza\u00e7\u00e3o de meninas como uma forma de viol\u00eancia tamb\u00e9m foi expressiva no levantamento, de 90% (61% acham que caracteriza totalmente uma viol\u00eancia e 29% que consiste apenas em parte).<\/p>\n<p>Ana Nery Lima, especialista em g\u00eanero e inclus\u00e3o, da Plan Brasil, alerta para as poucas men\u00e7\u00f5es de falta de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o (36%), casamento infantil (43%), trabalho infantil (46%) e neglig\u00eancia (48%).\u00a0<\/p>\n<p>\u201cQuando a gente fala de viol\u00eancia baseada em g\u00eanero, qual a primeira coisa que vem \u00e0 cabe\u00e7a? Agress\u00e3o f\u00edsica. Mas a gente tem uma gama de outras viol\u00eancias, que, inclusive, leva \u00e0 viol\u00eancia f\u00edsica e ao feminic\u00eddio como consequ\u00eancia\u201d, argumenta, pontuando que o reconhecimento, por parte das v\u00edtimas, de qual\u00a0tipo de viol\u00eancia sofreram\u00a0\u00e9 fundamental para poderem denunciar adequadamente. Assim como \u00e9 importante entender como ocorre o\u00a0ciclo de viol\u00eancia, caracterizado pelo aumento da tens\u00e3o entre agressor e v\u00edtima, o cometimento e o per\u00edodo de lua-de-mel, que \u00e9 quando o agressor promete mudar e pede desculpas, recome\u00e7ando tudo novamente, caso a v\u00edtima n\u00e3o rompa o v\u00ednculo.<\/p>\n<p>Mais da metade (60%) das pessoas entrevistadas julgam que, na atualidade, as meninas est\u00e3o \u201cmuito mais vulner\u00e1veis\u201d do que h\u00e1 uma d\u00e9cada. Tal sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais intensa entre pais e m\u00e3es (69%).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ambiente-digital\">Ambiente digital<\/h2>\n<p>\u00c9 quase un\u00e2nime, entre os mais de 800 respondentes, a opini\u00e3o de que a internet e as redes sociais aumentam a vulnerabilidade de meninas (92%), e mais da metade (51%) dos participantes respondeu que seus filhos e filhas menores de 18 anos de idade mant\u00eam perfis nas redes sociais, sendo o Instagram (80%), o WhatsApp (75%), o TikTok (57%) e o YouTube (49%) predominantes. Por mais de duas d\u00e9cadas no ar, o Facebook, que chegou ao Brasil na segunda metade dos anos 2000, hoje registra 47% da presen\u00e7a de crian\u00e7as e adolescentes. Kwai e X (antigo Twitter) aparecem por \u00faltimo na lista, com 27% e 13%, respectivamente.\u00a0<\/p>\n<p>De 359 entrevistados, 74% afirmaram publicar fotos de seus filhos ou filhas com menos de 18 anos de idade nas redes sociais. Pouco mais de um quarto (27%) as veicula com frequ\u00eancia, em perfis fechados, ou seja, vistos por amigos e familiares. Um ter\u00e7o (33%) diz colocar as fotos \u201craramente e de forma controlada\u201d, enquanto 6% publicam em perfil aberto, tomando medidas que acreditam preservar suas filhas e filhos, como restringir coment\u00e1rios de seguidores.\u00a0<\/p>\n<p>Um total de 8% sobem as fotos sem nenhuma restri\u00e7\u00e3o especial. Al\u00e9m disso, 92% do total de participantes do levantamento s\u00e3o a favor da responsabiliza\u00e7\u00e3o de adultos que tirem proveito financeiro da exposi\u00e7\u00e3o de meninas na internet ou que as coloquem em risco no ambiente online.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ameacas-dentro-de-casa\">Amea\u00e7as dentro de casa<\/h2>\n<p>Um aspecto constatado pela pesquisa, a partir da amostragem, \u00e9 o de que a maioria da popula\u00e7\u00e3o (83%) indica a internet como o ambiente mais perigoso para as meninas. Muito mais do que suas pr\u00f3prias casas (33%), porcentagem que varia pouco quando se observam as respostas das participantes mulheres (37%).\u00a0<\/p>\n<p>A constata\u00e7\u00e3o, segundo os pesquisadores, representa uma quest\u00e3o discut\u00edvel, j\u00e1 que estat\u00edsticas sempre apontam que a\u00a0maior parte das viol\u00eancias de g\u00eanero, seja contra meninas, seja contra mulheres adultas, acontece em suas resid\u00eancias\u00a0e \u00e9 praticada por conhecidos das v\u00edtimas, incluindo parentes e companheiros e ex-companheiros rom\u00e2nticos.\u00a0<\/p>\n<p>A diretora da SaferNet Brasil, Juliana Cunha, esclarece a controv\u00e9rsia que faz com que muitas pessoas n\u00e3o vejam as resid\u00eancias como o principal local onde viol\u00eancias de g\u00eanero, que v\u00e3o da sexual ao feminic\u00eddio, s\u00e3o consumadas.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de algo arraigado cultural e, portanto, profundamente na sociedade brasileira e que explica por que os lares s\u00e3o considerados menos amea\u00e7adores do que ruas e bairros (53%) e o transporte p\u00fablico (47%)\u201d, explica.<\/p>\n<p>\u201cA gente ainda tem uma percep\u00e7\u00e3o de risco muito vinda do nosso imagin\u00e1rio de que o risco \u00e9 esse adulto estranho. E a gente acaba n\u00e3o olhando para uma fonte de risco que \u00e9 muito mais frequente, n\u00e3o s\u00f3 nos dados, mas nos relatos das v\u00edtimas tamb\u00e9m, que \u00e9 algu\u00e9m da mesma idade, ou seja, n\u00e3o necessariamente \u00e9 um adulto, mas um par, \u00e0s vezes, um adolescente, colega da escola, e, quanto \u00e0 viol\u00eancia sexual, que vem de dentro de casa ou de pessoas de confian\u00e7a\u201d, diz Ana Nery Lima, especialista da Plan Brasil, cuja esperan\u00e7a est\u00e1 centrada em a\u00e7\u00f5es combinadas entre diversas esferas, para que instrumentos como o\u00a0<a href=\"https:\/\/www2.camara.leg.br\/legin\/fed\/lei\/2025\/lei-15211-17-setembro-2025-797997-publicacaooriginal-176498-pl.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente Digital (ECA)<\/a>\u00a0funcione.\u00a0<\/p>\n<p>Essa cren\u00e7a faz com que os pr\u00f3prios pais e m\u00e3es tornem seus filhos e filhas suscet\u00edveis, pois permitir o acesso a fotos de suas redes sociais n\u00e3o significa prote\u00e7\u00e3o efetiva, considerando que amigos e mesmo familiares podem ser abusadores e agressores, alerta Ana Nery.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA gente acaba, de novo, incorrendo nessa percep\u00e7\u00e3o enviesada, fruto desse imagin\u00e1rio de que tem um ped\u00f3filo estranho no por\u00e3o de casa, e, na verdade, n\u00e3o \u00e9 nada disso. Essa viol\u00eancia tem acontecido entre os pr\u00f3prios adolescentes ou h\u00e1 um risco maior, probabilidade maior, [de ser perpetrada] por adultos que t\u00eam acesso \u00e0 crian\u00e7a ou algum la\u00e7o de confian\u00e7a com a crian\u00e7a, e n\u00e3o \u00e9 essa figura que a gente imagina que seja\u201d, refor\u00e7a a especialista.\u00a0<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um familiar, um professor, algu\u00e9m que a gente at\u00e9 admira, uma pessoa que tem prest\u00edgio. Os dados da internet t\u00eam que ser olhados sob essa mesma lente\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p>Ana Nery Lima complementa dizendo que o quadro no pa\u00eds s\u00f3 vai mudar quando as pessoas assumirem que podem ser elas mesmas agressoras ou que os agressores est\u00e3o em seu c\u00edrculo social.\u00a0<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA gente precisa se assumir, entender que a nossa sociedade produz e reproduz essas viol\u00eancias, os machismos, a misoginia, que tem aumentado, infelizmente. Quando a gente olha para os dados, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o complexa, porque ningu\u00e9m quer se reconhecer cometendo uma viol\u00eancia. \u00c9 \u00f3bvio que \u00e9 ruim. Mesmo nas pequenas viol\u00eancias pequenas como nas institucionais, nas institui\u00e7\u00f5es, empresas, onde os sal\u00e1rios s\u00e3o desiguais, mulheres e jovens s\u00e3o desrespeitadas desde seus primeiros trabalhos\u201d, pondera.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Deep fake e educa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Um dos meios de viola\u00e7\u00e3o dos direitos de meninas que t\u00eam se difundido amplamente na internet, nos \u00faltimos anos, \u00e9 o chamado\u00a0<em>deepfake<\/em>, uma montagem feita com intelig\u00eancia artificial generativa, em que se mistura o rosto de uma garota com o corpo de outra pessoa em contexto sexual, em uma pose sensual ou ato sexual, sem consentimento de ambas as retratadas.\u00a0Essas imagens tamb\u00e9m podem ser completamente sint\u00e9ticas, criadas sem a imagem de uma crian\u00e7a ou adolescente reais.<\/p>\n<p>Na segunda-feira (6), a\u00a0<a href=\"https:\/\/new.safernet.org.br\/content\/mapeamento-da-safernet-identifica-deepfakes-sexuais-em-escolas-em-10-dos-27-estados\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SaferNet Brasil divulgou um balan\u00e7o<\/a>\u00a0sobre\u00a0<em>deepfake<\/em>\u00a0sexuais, exemplificando o que ocorre no pa\u00eds com 16 casos encontrados em escolas de dez das 27 unidades federativas, depois de analisar centenas de not\u00edcias de 2023 at\u00e9 o presente. O estudo foi financiado com verba do fundo SafeOnline, gerido pelo Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef).\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA gente acaba, de novo, incorrendo nessa percep\u00e7\u00e3o enviesada, fruto desse imagin\u00e1rio de que tem um ped\u00f3filo estranho no por\u00e3o de casa, e, na verdade, n\u00e3o \u00e9 nada disso. Essa viol\u00eancia tem acontecido entre os pr\u00f3prios adolescentes ou h\u00e1 um risco maior, probabilidade maior, [de ser perpetrada] por adultos que t\u00eam acesso \u00e0 crian\u00e7a ou algum la\u00e7o de confian\u00e7a com a crian\u00e7a, e n\u00e3o \u00e9 essa figura que a gente imagina que seja\u201d, refor\u00e7a a especialista.\u00a0<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um familiar, um professor, algu\u00e9m que a gente at\u00e9 admira, uma pessoa que tem prest\u00edgio. Os dados da internet t\u00eam que ser olhados sob essa mesma lente\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p>Ana Nery Lima complementa dizendo que o quadro no pa\u00eds s\u00f3 vai mudar quando as pessoas assumirem que podem ser elas mesmas agressoras ou que os agressores est\u00e3o em seu c\u00edrculo social.\u00a0<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA gente precisa se assumir, entender que a nossa sociedade produz e reproduz essas viol\u00eancias, os machismos, a misoginia, que tem aumentado, infelizmente. Quando a gente olha para os dados, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o complexa, porque ningu\u00e9m quer se reconhecer cometendo uma viol\u00eancia. \u00c9 \u00f3bvio que \u00e9 ruim. Mesmo nas pequenas viol\u00eancias pequenas como nas institucionais, nas institui\u00e7\u00f5es, empresas, onde os sal\u00e1rios s\u00e3o desiguais, mulheres e jovens s\u00e3o desrespeitadas desde seus primeiros trabalhos\u201d, pondera.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Deep fake e educa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Um dos meios de viola\u00e7\u00e3o dos direitos de meninas que t\u00eam se difundido amplamente na internet, nos \u00faltimos anos, \u00e9 o chamado\u00a0<em>deepfake<\/em>, uma montagem feita com intelig\u00eancia artificial generativa, em que se mistura o rosto de uma garota com o corpo de outra pessoa em contexto sexual, em uma pose sensual ou ato sexual, sem consentimento de ambas as retratadas.\u00a0Essas imagens tamb\u00e9m podem ser completamente sint\u00e9ticas, criadas sem a imagem de uma crian\u00e7a ou adolescente reais.<\/p>\n<p>Na segunda-feira (6), a\u00a0<a href=\"https:\/\/new.safernet.org.br\/content\/mapeamento-da-safernet-identifica-deepfakes-sexuais-em-escolas-em-10-dos-27-estados\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SaferNet Brasil divulgou um balan\u00e7o<\/a>\u00a0sobre\u00a0<em>deepfake<\/em>\u00a0sexuais, exemplificando o que ocorre no pa\u00eds com 16 casos encontrados em escolas de dez das 27 unidades federativas, depois de analisar centenas de not\u00edcias de 2023 at\u00e9 o presente. O estudo foi financiado com verba do fundo SafeOnline, gerido pelo Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef).\u00a0<\/p>\n<p><em>Siga o Acorda Cidade no<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/search?q=acorda%20cidade&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><strong><em> Google Not\u00edcias<\/em><\/strong><\/a><em> e receba os principais destaques do dia. 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