{"id":107527,"date":"2025-11-05T17:36:23","date_gmt":"2025-11-05T20:36:23","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=107527"},"modified":"2025-11-05T17:36:23","modified_gmt":"2025-11-05T20:36:23","slug":"neutralidade-de-emissoes-de-co%e2%82%82-no-brasil-pode-ser-antecipada-para-2040","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=107527","title":{"rendered":"Neutralidade de emiss\u00f5es de CO\u2082 no Brasil pode ser antecipada para 2040"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/noticiasbahia360.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-orlando-k-junior-divulgacao.jpg\" alt=\"Neutralidade de emiss\u00f5es de CO\u2082 no Brasil pode ser antecipada para 2040\"><figcaption>Foto: Orlando K Junior\/Divulga\u00e7\u00e3o Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> \u2013 Dois cen\u00e1rios, que envolvem adapta\u00e7\u00e3o de diferentes setores e sua contribui\u00e7\u00e3o para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE), poder\u00e3o levar o Brasil a antecipar em uma d\u00e9cada a meta de neutralidade das emiss\u00f5es, prevista para ocorrer em 2050. O estudo\u00a0<em>Brazil Net-Zero by 2040<\/em>, liderado pelo Instituto Amaz\u00f4nia 4.0., foi divulgado nesta quarta-feira (5) na Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), no <a href=\"https:\/\/www.acordacidade.com.br\/tag\/rio-de-janeiro\/\">Rio de Janeiro<\/a>. A pesquisa utilizou na sua concep\u00e7\u00e3o o modelo de an\u00e1lise integrada Brazilian Land Use and Energy System Model, que simula diferentes cen\u00e1rios de transi\u00e7\u00e3o.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1666174&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1666174&amp;o=node\"><\/p>\n<p>O estudo tem como autores os especialistas Carlos Afonso Nobre, do Instituto de Estudos Avan\u00e7ados da Universidade de S\u00e3o Paulo (IEA\/USP), Roberto Shaeffer, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mercedes Bustamante, da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e vice-presidente da ABC para Minas Gerais e Regi\u00e3o Centro-Oeste, Eduardo Assad (ex-Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria, Embrapa), e Nath\u00e1lia Nascimento (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq\/USP).<\/p>\n<p>Os dois cen\u00e1rios propostos s\u00e3o o\u00a0setor\u00a0\u00a0Agricultura, Florestas e Outros Usos da Terra (AFOLU-2040), com foco em solu\u00e7\u00f5es baseadas no\u00a0uso\u00a0da terra, como redu\u00e7\u00e3o do desmatamento e restaura\u00e7\u00e3o florestal; e o Energia-2040, voltado \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o do setor energ\u00e9tico, com expans\u00e3o de energias renov\u00e1veis e biocombust\u00edveis, redu\u00e7\u00e3o do uso de petr\u00f3leo e ado\u00e7\u00e3o de tecnologias de captura e armazenamento de carbono.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dois-caminhos\">Dois caminhos<\/h2>\n<p>Em entrevista \u00e0<strong>\u00a0Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, a professora Mercedes Bustamante refor\u00e7ou que o trabalho seguiu dois caminhos que possibilitam ao Brasil antecipar a meta de ter emiss\u00f5es neutras at\u00e9 2040. Dessas duas possibilidades, uma envolve o setor de uso da terra no pa\u00eds, em que s\u00e3o registradas as principais emiss\u00f5es e poderia ser mais f\u00e1cil realizar esse processo. A outra possibilidade seria o setor de energia, que implicaria transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica mais profunda, com a mudan\u00e7a da matriz f\u00f3ssil brasileira para uma matriz ainda mais renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mercedes Bustamante afirmou que, para o Brasil, h\u00e1 uma vantagem no setor que envolve o uso da terra porque, basicamente, s\u00e3o a\u00e7\u00f5es que o pa\u00eds j\u00e1 vem implementando, como a redu\u00e7\u00e3o do desmatamento, que precisaria avan\u00e7ar mais rapidamente.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cNa parte do reflorestamento, seriam metas mais ambiciosas de restaura\u00e7\u00e3o e, na parte da agricultura, sua transforma\u00e7\u00e3o em um modelo mais pr\u00f3ximo da agricultura regenerativa. Esse ganho que n\u00f3s ter\u00edamos com sequestro de carbono pelas atividades de uso da terra nos permitiria fazer uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica mais gradual.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Para ela, essa seria a vantagem desse cen\u00e1rio, porque s\u00e3o estrat\u00e9gias que o Brasil j\u00e1 utiliza e tem uma s\u00e9rie de cobenef\u00edcios. \u201cPorque, se voc\u00ea trabalha na solu\u00e7\u00e3o do desmatamento, restaura\u00e7\u00e3o florestal em larga escala, isso tamb\u00e9m implica a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e outros servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. E, ao mesmo tempo, nos permite fazer a adequa\u00e7\u00e3o que vai ser necess\u00e1ria para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d, disse\u00a0Mercedes.<\/p>\n<p>A professora destacou, por outro lado, que n\u00e3o h\u00e1 como fugir da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEla vai ter que acontecer. No cen\u00e1rio de uso da terra, a gente pode fazer de modo mais gradual e ir ajustando todo o sistema que ainda depende de combust\u00edveis f\u00f3sseis para essa matriz energ\u00e9tica\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>No cen\u00e1rio energia, acrescentou, isso implicaria mudan\u00e7a mais dr\u00e1stica da matriz energ\u00e9tica brasileira. \u201cOu seja, voc\u00ea abrir m\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e fazer a convers\u00e3o para as energias renov\u00e1veis de modo mais r\u00e1pido e mais distribu\u00eddo\u201d.<\/p>\n<p>Os dois cen\u00e1rios demandar\u00e3o financiamento clim\u00e1tico e pol\u00edticas p\u00fablicas consistentes para que se coloquem incentivos nas atividades corretas, lembrou a vice-presidente da ABC e coautora do estudo.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEu sempre digo: N\u00e3o basta fazer o que precisa ser feito, mas tem que deixar de fazer o que n\u00e3o deve ser feito\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Mercedes Bustamante afirmou que, provavelmente, o setor do AFOLU vai encontrar menos dificuldades porque se sabe que a transforma\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio brasileiro abre outros mercados para o Brasil. \u201cPortanto, \u00e9 importante fazer essa pondera\u00e7\u00e3o. Eu acho que a mensagem principal \u00e9 essa: N\u00f3s vamos precisar fazer ajustes e quanto mais cedo a gente come\u00e7ar a fazer esses ajustes, mais f\u00e1cil e menos custoso ser\u00e1. Quanto mais a gente postergar essas decis\u00f5es, que s\u00e3o de transforma\u00e7\u00e3o grande da matriz econ\u00f4mica brasileira, mais caro e mais dif\u00edcil vai ser. Eu acho que \u00e9 uma mensagem de integridade clim\u00e1tica e, ao mesmo tempo, j\u00e1 deixar o Brasil como ponta de lan\u00e7a dessa transforma\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, servindo de modelo at\u00e9 para outros pa\u00edses\u201d.<\/p>\n<p>Segundo a professora, essa transforma\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica \u00e9, na verdade, uma transi\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. \u201cE o bonde da tecnologia caminha. Quanto mais a gente pegar, melhor ser\u00e1\u201d, afirmou.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-potencial\">Potencial<\/h2>\n<p>O estudo indica que entre os cen\u00e1rios simulados, o AFOLU-2040 foi\u00a0o que mostrou maior potencial para o Brasil atingir emiss\u00f5es l\u00edquidas zero j\u00e1 em 2040. Mas isso depende fortemente do setor AFOLU, que engloba agricultura, florestas e outros usos da terra, com forte redu\u00e7\u00e3o do desmatamento e expans\u00e3o das \u00e1reas restauradas. O desmatamento ilegal seria zerado at\u00e9 2030, com qualquer supress\u00e3o legal de vegeta\u00e7\u00e3o compensada por a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o. No total, o pa\u00eds poderia restaurar 18,2 milh\u00f5es de hectares entre 2020 e 2040, \u00e1rea equivalente ao do estado do Cear\u00e1.<\/p>\n<p>O setor agropecu\u00e1rio passaria tamb\u00e9m por grande transforma\u00e7\u00e3o, com a ado\u00e7\u00e3o em larga escala de sistemas integrados e agroflorestais. O estudo prev\u00ea, por exemplo, a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas, a expans\u00e3o de florestas plantadas e o incentivo \u00e0 agricultura regenerativa, medidas que fariam o Brasil alcan\u00e7ar a neutralidade de g\u00e1s carb\u00f4nico (CO2) at\u00e9 2035 e de todos os gases de efeito estufa at\u00e9 2040, gra\u00e7as especialmente ao aumento da cobertura florestal e \u00e0 melhoria do manejo do solo.<\/p>\n<p>\u201cAs emiss\u00f5es come\u00e7ariam a cair rapidamente j\u00e1 em meados da d\u00e9cada de 2020. A partir de 2030, o pa\u00eds se aproximaria de um ponto de equil\u00edbrio, quando a restaura\u00e7\u00e3o e o reflorestamento passariam a remover mais carbono da atmosfera do que o emitido por mudan\u00e7as no uso da terra. O AFOLU-2040 \u00e9 o cen\u00e1rio mais eficiente em capturar carbono, mas tamb\u00e9m \u00e9 desafiador, uma vez que exigiria forte compromisso pol\u00edtico, investimentos consistentes e uma a\u00e7\u00e3o coordenada entre os setores agropecu\u00e1rio, florestal e energ\u00e9tico\u201d, mostra\u00a0o estudo.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio Energia, a neutralidade clim\u00e1tica em 2040 \u00e9 impulsionada por gera\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel, biocombust\u00edveis com captura e armazenamento de carbono e biomateriais. A estimativa \u00e9 que as emiss\u00f5es l\u00edquidas zero de GEE ser\u00e3o atingidas em 2040 e a de CO2 em 2035, com neutraliza\u00e7\u00e3o completa da matriz energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, as emiss\u00f5es no cen\u00e1rio Energia ocorreriam de forma mais gradual nos primeiros anos, mas acelerariam rapidamente ap\u00f3s 2030. A demanda por combust\u00edveis f\u00f3sseis cai drasticamente, o uso de petr\u00f3leo diminui 55% at\u00e9 2035, a produ\u00e7\u00e3o das refinarias cai tamb\u00e9m em 41% e as exporta\u00e7\u00f5es reduzem 71% em compara\u00e7\u00e3o com o cen\u00e1rio Net-Zero 2050.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA eletrifica\u00e7\u00e3o do transporte refor\u00e7a essas mudan\u00e7as, a substitui\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis industriais, a expans\u00e3o da energia renov\u00e1vel e a ampla implanta\u00e7\u00e3o do CCS. Juntas, essas medidas impulsionam uma mudan\u00e7a estrutural na economia brasileira, tornando o setor energ\u00e9tico o principal motor da descarboniza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-investimentos\">Investimentos<\/h2>\n<p>O cen\u00e1rio AFOLU-2040, baseado em transforma\u00e7\u00f5es no uso da terra, mant\u00e9m uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica mais gradual, com os combust\u00edveis f\u00f3sseis ainda representando 46% da energia prim\u00e1ria em 2040, enquanto no cen\u00e1rio Energia-2040, essa participa\u00e7\u00e3o \u00e9 de apenas 22%.\u00a0O ritmo mais lento do cen\u00e1rio AFOLU-2040 reduz as necessidades de investimento de curto prazo, mas traz o risco de atrasar a moderniza\u00e7\u00e3o da base energ\u00e9tica e industrial do Brasil.<\/p>\n<p>Outro dado que o estudo destaca \u00e9 que o cen\u00e1rio AFOLU demandaria apenas 1% a mais em termos de investimento do que o cen\u00e1rio atual de refer\u00eancia, que \u00e9 o Net-Zero 2050, meta de neutralidade das emiss\u00f5es naquele ano. Esse acr\u00e9scimo \u00e9 considerado modesto pelos autores do estudo diante dos cobenef\u00edcios sociais e ecol\u00f3gicos gerados, entre os quais\u00a0a recupera\u00e7\u00e3o de ecossistemas, o fortalecimento da agricultura familiar e a cria\u00e7\u00e3o de empregos verdes.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio Energia-2040 exigiria cerca de 20% a mais de investimentos, em fun\u00e7\u00e3o da necessidade de novas infraestruturas, inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e substitui\u00e7\u00e3o acelerada dos combust\u00edveis f\u00f3sseis, especialmente no setor industrial e de transportes. Apesar dos custos mais altos, o estudo destaca que \u201co investimento antecipado pode trazer retornos significativos, ao posicionar o Brasil como l\u00edder global em energia limpa e reduzir a vulnerabilidade econ\u00f4mica frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d.<\/p>\n<p><em>Siga o Acorda Cidade no<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/search?q=acorda%20cidade&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><strong><em> Google Not\u00edcias<\/em><\/strong><\/a><em> e receba os principais destaques do dia. 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