{"id":109550,"date":"2025-11-20T19:05:11","date_gmt":"2025-11-20T22:05:11","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=109550"},"modified":"2025-11-20T19:05:11","modified_gmt":"2025-11-20T22:05:11","slug":"durante-marcha-da-consciencia-negra-jhonatas-monteiro-fala-sobre-escravidao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=109550","title":{"rendered":"Durante Marcha da Consci\u00eancia Negra, Jhonatas Monteiro fala sobre escravid\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/noticiasbahia360.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/jhonatas-monteiro-ex-vereador-de-feira-de-santana-professor-de-historia-foto-ney-silva-acorda-cidade-.jpg\" alt=\"Jhonatas Monteiros, professor de Hist\u00f3ria e ex-vereador de Feira de Santana\"><figcaption>Jhonatas Monteiros, professor de Hist\u00f3ria e ex-vereador de Feira de Santana | Foto: Ney Silva \/ Acorda Cidade <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"wp-block-group\">\n<div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-group\">\n<div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p>O professor de hist\u00f3ria Jhonatas Monteiro participou da marcha do Dia da Consci\u00eancia Negra, realizada neste 20 de novembro, em Feira de Santana. Durante o evento, que reuniu diversas entidades e integrantes de grupos ligados ao movimento negro, o ex-parlamentar feirense deu uma verdadeira aula sobre o que foi o monstruoso processo de escraviza\u00e7\u00e3o de pessoas negras no territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p>Monteiro lembrou que a escraviza\u00e7\u00e3o tem uma forte liga\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3prio surgimento do que viria a se tornar a na\u00e7\u00e3o Brasil. O professor enfatizou que documentos hist\u00f3ricos e oficiais datam que, pouco tempo ap\u00f3s a chegada dos portugueses no territ\u00f3rio, fato que ocorre em 1500 d.C., se institucionalizou um modelo de com\u00e9rcio de pessoas negras, sequestradas no continente africano, para trabalharem de forma for\u00e7ada nas terras da Coroa.<\/p>\n<p>\u201cInicialmente, utilizando muito da m\u00e3o de obra ind\u00edgena, que \u00e9 algo que \u00e9 importante ser lembrado, os povos ind\u00edgenas tamb\u00e9m foram escravizados, isso de 1530 at\u00e9 1888, ou seja, mais de 350 anos durou essa escraviza\u00e7\u00e3o. As pessoas eram tratadas como objetos, como uma mercadoria a ser negociada. Muitos negociantes conseguiam financiamento na Europa para aprisionar pessoas no continente africano, trazer para a Am\u00e9rica, aqui carregavam com outras mercadorias como a\u00e7\u00facar, por exemplo, e seguiam para a Europa e depois recome\u00e7avam esse mesmo ciclo. E ganharam muito dinheiro com esse tipo de neg\u00f3cio, tratando pessoas como objetos, como mercadorias\u201d, disse o professor.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"wp-block-group\">\n<div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sem-humanidade\">Sem humanidade<\/h3>\n<p>Durante a entrevista ao Acorda Cidade, Jhonatas tamb\u00e9m falou sobre os chamados navios negreiros, embarca\u00e7\u00f5es que eram respons\u00e1veis por transportar os negros capturados. Os livros de hist\u00f3ria mostram que esses barcos eram verdadeiras tumbas a c\u00e9u aberto, pois n\u00e3o tinham, nem de longe, as condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas necess\u00e1rias de salubridade para fazer esses trajetos que duravam meses. O professor lembrou que essas pessoas vinham aglomeradas, muitas vezes misturadas com os pr\u00f3prios excrementos, como restos de fezes, v\u00f4mitos e urinas, e, ainda assim, n\u00e3o recebiam nenhuma alimenta\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n<p>\u201cMuitos deles adoeciam por falta de vitamina C, o chamado escorbuto, mas tamb\u00e9m tinha a pr\u00f3pria depress\u00e3o muito profunda, que era chamada na \u00e9poca de banzo. Essas e outras quest\u00f5es marcavam essa viagem que era terr\u00edvel porque uma boa parte das pessoas morria no caminho, a tal ponto que o traficante de escravos era chamado de tumbeiro porque o navio era considerado uma tumba, como um t\u00famulo, porque eles vinham literalmente trazendo uma tumba, um lugar com pessoas mortas da \u00c1frica pra c\u00e1. Ent\u00e3o era uma condi\u00e7\u00e3o realmente terr\u00edvel do ponto de vista de qualquer coisa que a gente possa pensar que \u00e9 a humanidade\u201d, disse o professor.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"wp-block-group\">\n<div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carne-podre\">Carne podre<\/h3>\n<p>O jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor da trilogia <em>Escravid\u00e3o<\/em>, durante uma entrevista concedida ao programa <em>Roda Viva<\/em> em 2022, falou um pouco sobre o processo de monstruosidade que a popula\u00e7\u00e3o negra sofreu ao longo do per\u00edodo em que foi escravizada no Brasil. Ao ser questionado sobre como foi o processo de constru\u00e7\u00e3o das obras, o autor descreveu os relatos de monstruosidade a que teve acesso.<\/p>\n<p>\u201cTinha pessoa que chegavam ao Brasil, a bordo de um navio negreiro, com cinco marcas de ferros quentes, de ferro em brasa (o que indicava propriedades). Havia puni\u00e7\u00f5es que envolvia cortar um peda\u00e7o da orelha, levar 200, 300, 400 chibatadas, \u00e0s vezes 500 chibatadas. Houve quilombos que foram dizimados, aniquilados pelas for\u00e7as da Coroa Portuguesa\u201d, disse o autor.<\/p>\n<p>Gomes tamb\u00e9m revelou, durante uma entrevista no programa <em>Conversa com Bial<\/em>, que o grande n\u00famero de cad\u00e1veres de pessoas escravizadas que morriam durante as viagens nos chamados navios negreiros, e que eram lan\u00e7ados ao mar mudou o comportamento dos cardumes de tubar\u00f5es no Oceano Atl\u00e2ntico, que passaram a seguir os navios em busca de alimento. A mudan\u00e7a exemplifica a brutalidade do per\u00edodo, que pode ter resultado em cerca de 1,8 milh\u00e3o de corpos jogados ao mar.<\/p>\n<p>\u201cO \u00edndice de mortes era muito alto, pelas condi\u00e7\u00f5es que eram as piores poss\u00edveis. E muitas vezes o descarte dos corpos se dava em meio a essa viagem que durava meses. A Bahia \u00e9 um estado de maioria negra, ainda hoje, na verdade, \u00e9 o estado que concentra a maior popula\u00e7\u00e3o negra fora do continente africano, no mundo todo. E a Bahia foi um dos principais pontos desse processo de entrada das pessoas vindas de \u00c1frica para c\u00e1\u201d, disse Jonathas.<\/p>\n<p>\u201cEvidente que essa hist\u00f3ria da escraviza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 marcada por resist\u00eancia. Porque desde a chegada dessas pessoas aqui no nosso continente, nossos antepassados, houve luta contra isso. N\u00e3o \u00e0 toa, o quilombo dos Palmares \u00e9 um quilombo que se estabelece muito cedo na hist\u00f3ria brasileira. E o quilombo dos Palmares n\u00e3o \u00e9 algo pequeno como as pessoas pensam. Os quilombos, como Palmares, eram grandes locais que muitas vezes superaram as cidades oficiais. O quilombo dos Palmares, por exemplo, foi maior do que Salvador, que era a pr\u00f3pria capital do pa\u00eds\u201d, complementou o professor.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-declinio-da-escravidao\">Decl\u00ednio da escravid\u00e3o<\/h3>\n<p>Monteiro aproveitou o momento para falar como foi o processo de decl\u00ednio do per\u00edodo de escraviza\u00e7\u00e3o de pessoas negras no Brasil. O professor explicou que dois grandes fatores, um externo e um interno, contribu\u00edram diretamente para o fim do processo mais brutal para a popula\u00e7\u00e3o negra no territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201c\u00c0 medida que o capitalismo foi avan\u00e7ando no mundo, a Inglaterra e alguns outros pa\u00edses que j\u00e1 eram capitalistas, inclusive com ind\u00fastrias, buscavam lugares no mundo onde pudessem desaguar a sua mercadoria. E, para que as pessoas possam comprar mercadorias, voc\u00ea precisa ter sal\u00e1rio, voc\u00ea precisa ter uma m\u00e3o de obra assalariada para ser consumidora. E a\u00ed a Inglaterra foi um dos pa\u00edses que mais se beneficiou com a escraviza\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m um dos pa\u00edses que, a certa altura, vai mais pressionar pelo fim dessa mesma escraviza\u00e7\u00e3o, porque agora tem interesse que a m\u00e3o de obra brasileira seja uma m\u00e3o de obra assalariada para poder consumir os seus produtos\u201d, disse Jonathas.<\/p>\n<p>\u201cMas tamb\u00e9m houve um fator interno, que s\u00e3o as resist\u00eancias e as lutas do pr\u00f3prio povo em condi\u00e7\u00e3o de escraviza\u00e7\u00e3o, os trabalhadores, trabalhadores escravizados nunca aceitaram passivamente. O Brasil \u00e9 marcado por experi\u00eancias de quilombos, por fugas individuais e coletivas. \u00c0s vezes as pessoas chegavam ao limite de at\u00e9 se suicidar para se recusar a viver naquela vida de cativeiro. A gente teve muitas revoltas diversas na hist\u00f3ria do pa\u00eds que pautaram, que reivindicaram o fim da escraviza\u00e7\u00e3o. Aqui a Bahia, por exemplo, teve a Conjura\u00e7\u00e3o Baiana no final do s\u00e9culo XIX, no finalzinho dos anos 1700, que j\u00e1 defendia o fim da escravid\u00e3o. A gente teve a Revolta dos Mal\u00eas em 1835\u201d.<\/p>\n<p>O professor de hist\u00f3ria complementou. \u201cNo final do s\u00e9culo XIX, principalmente a partir de 1870, voc\u00ea tem um abolicionismo, que \u00e9 um movimento que vai ganhar uma certa ades\u00e3o da sociedade, que defende o fim da escravid\u00e3o. Inclusive o abolicionismo tem v\u00e1rias figuras negras que s\u00e3o lideran\u00e7as. Uma delas \u00e9 Luiz Gama, que \u00e9 um baiano que nasceu aqui, foi escravizado, apesar de ter nascido livre, e se alfabetizou sozinho, se tornou advogado pr\u00e1tico, que era chamado de r\u00e1bula na \u00e9poca, e ele se libertou provando que sua escravid\u00e3o tinha sido ilegal e libertou mais de mil outras pessoas tamb\u00e9m, na justi\u00e7a, mesmo do per\u00edodo da escraviza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><em>Com informa\u00e7\u00f5es do rep\u00f3rter Ney Silva, do Acorda Cidade <\/em><\/p>\n<p><em>Siga o Acorda Cidade no<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/search?q=acorda%20cidade&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><strong><em>\u00a0Google Not\u00edcias<\/em><\/strong><\/a><em>\u00a0e receba os principais destaques do dia. 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