{"id":122145,"date":"2026-03-02T11:35:26","date_gmt":"2026-03-02T14:35:26","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=122145"},"modified":"2026-03-02T11:35:26","modified_gmt":"2026-03-02T14:35:26","slug":"aumenta-numero-de-mulheres-que-relatam-medo-de-estupro-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=122145","title":{"rendered":"Aumenta n\u00famero de mulheres que relatam medo de estupro no Brasil"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/noticiasbahia360.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/estupro-de-vulneravel-.jpg\" alt=\"Registro de estupros de crian\u00e7as e adolescentes cresce no Brasil\"><figcaption>Foto: Freepik <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Ag\u00eancia Brasil \u2013 O percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro cresceu em uma pesquisa realizada pelo\u00a0Instituto\u00a0Patricia Galv\u00e3o e pelo Instituto Locomotiva, que teve novos dados antecipados com exclusividade nesta segunda-feira (2) \u00e0\u00a0Ag\u00eancia Brasil.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1679336&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1679336&amp;o=node\"><\/p>\n<p>Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter \u201cmuito medo de ser\u00a0v\u00edtimas de um estupro\u201d. Esse percentual cresceu para 80%, em 2022, e chegou a 82% segundo os dados obtidos em 2025.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das que declararam ter muito medo,\u00a015% disseram ter \u201cum pouco de medo\u201d, o que significa um\u00a0total de 97% de mulheres que vivem com algum grau de\u00a0temor\u00a0da viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p>Em dois grupos, a propor\u00e7\u00e3o das que sentem \u201cmuito medo\u201d\u00a0\u00e9 ainda maior, chegando a 87% no caso das jovens, entre 16 e 24 anos, e 88% entre as mulheres negras.<\/p>\n<p>A diretora de conte\u00fado do Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o, Marisa Sanematsu, ressalta que al\u00e9m de o\u00a0medo ser constante, nenhum espa\u00e7o \u00e9 considerado, de fato, seguro.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cO medo assombra as mulheres brasileiras o tempo todo, desde pequenas e em todos os lugares: a casa \u00e9 insegura, assim como sair e voltar, esperar o transporte, enfrentar a condu\u00e7\u00e3o lotada ou pedir um carro por aplicativo\u201d, disse.<\/p>\n<p>\u201cEsse medo constante faz com que elas desenvolvam suas pr\u00f3prias estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o: evitam sair \u00e0 noite ou usar alguns tipos de roupas e acess\u00f3rios, procuram estar sempre acompanhadas e at\u00e9 escolhem trajetos mais longos para se sentirem um pouco mais seguras\u201d.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-violencia-dentro-de-casa\">Viol\u00eancia dentro de casa<\/h2>\n<p>Os institutos divulgam, nesta segunda-feira (2),\u00a0a segunda onda de dados da pesquisa de 2025. A primeira onda, publicada em setembro de 2025, j\u00e1 havia mostrado que 15% das entrevistadas eram sobreviventes de estupro, e oito em cada dez v\u00edtimas sofreu a viol\u00eancia com 13 anos ou menos.<\/p>\n<p>Os dados divulgados hoje acrescentam que,\u00a0entre as v\u00edtimas com at\u00e9 13 anos, 72% foram violentadas dentro da pr\u00f3pria casa.\u00a0Em metade dos casos, o abusador foi um familiar e, em um ter\u00e7o dos relatos, foi um amigo ou conhecido da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>No total, 84% dos estupros foram cometidos por um homem do c\u00edrculo social da v\u00edtima.<\/p>\n<p>Essa porcentagem diminui no caso das mulheres violentadas com\u00a014 anos ou mais, por\u00e9m\u00a0os conhecidos ou membros da fam\u00edlia se mant\u00eam como a maioria: 76% dos abusadores eram pessoas conhecidas, incluindo amigos, parceiros \u00edntimos, familiares e ex-companheiros. Al\u00e9m disso, 59% sofreram a viol\u00eancia dentro de casa.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Apoio \u00e0s v\u00edtimas<\/h2>\n<p>A pesquisa\u00a0<em>Percep\u00e7\u00f5es sobre direitos de meninas e mulheres gr\u00e1vidas p\u00f3s-estupro<\/em>\u00a0teve a participa\u00e7\u00e3o de 1,2 mil pessoas, homens e mulheres, de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de perguntar para as mulheres sobre suas pr\u00f3prias experi\u00eancias com a viol\u00eancia sexual, as entrevistas tamb\u00e9m\u00a0ouviram\u00a0a percep\u00e7\u00e3o geral dos entrevistados sobre o assunto.<\/p>\n<p>Nas respostas, foi praticamente un\u00e2nime o entendimento de que as mulheres t\u00eam medo de estupro: 99% dos entrevistados concordam.<\/p>\n<p>Apesar disso, 80% das pessoas acreditam que as v\u00edtimas nunca, ou quase nunca, revelam para outras pessoas a viol\u00eancia sofrida, principalmente por sofrer amea\u00e7as do agressor, por terem medo de n\u00e3o serem ouvidas ou por sentirem vergonha.<\/p>\n<p>Os resultados gerais se assemelham ao que foi dito pelas entrevistadas que relataram ter sido\u00a0v\u00edtimas, conforme a primeira divulga\u00e7\u00e3o da pesquisa.<\/p>\n<p><strong>Cerca de 60% das mulheres que foram v\u00edtimas antes dos 14 anos n\u00e3o contaram para ningu\u00e9m sobre o abuso.\u00a0<\/strong>Al\u00e9m disso, apenas 15% foram levadas a uma delegacia, e 9%, a uma unidade de sa\u00fade.<\/p>\n<p>O apoio a pol\u00edticas de apoio \u00e0s v\u00edtimas tamb\u00e9m foi amplo: 93% concordam que o Estado deve fornecer acompanhamento psicol\u00f3gico imediato para meninas e mulheres v\u00edtimas de estupro, e a mesma porcentagem acredita que as prefeituras e governos devem aumentar a divulga\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de sa\u00fade que atendem v\u00edtimas.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Depoimentos<\/h2>\n<p>Al\u00e9m dos percentuais obtidos com as respostas, os institutos tamb\u00e9m divulgam nesta segunda-feira depoimentos\u00a0de mulheres que sofreram viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p><strong>Uma mulher parda, moradora do Sudeste, com idade entre 25 e\u00a044 anos, contou:<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cComecei a ser abusada crian\u00e7a, com 6 anos, sem nem entender o que acontecia, e o abusador me fazia acreditar que eu era culpada e que, se eu contasse para algu\u00e9m, ningu\u00e9m acreditaria em mim. Meu abusador era o meu pai.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>J\u00e1 outra v\u00edtima, uma mulher preta, moradora da regi\u00e3o Sudeste, com 45 anos ou mais, at\u00e9 tentou pedir socorro mas n\u00e3o foi acolhida.<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEu tinha apenas 11 anos, foi horr\u00edvel, n\u00e3o entendia direito o que estava acontecendo. Tentei falar com a minha m\u00e3e, mas ela n\u00e3o acreditava em mim, dizia que eu queria acabar com o casamento dela. Ainda bem que minha av\u00f3 percebeu algo estranho e me trouxe de volta pra casa dela\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>A gravidez e a falta de suporte para o abortamento adequado tamb\u00e9m aparecem nos depoimentos, como o de uma jovem parda, moradora da regi\u00e3o Sudeste, com idade entre 16 e 24 anos.<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEu sofri um abuso e engravidei por causa desse ato.\u00a0Eu, com 13 anos, n\u00e3o poderia ser m\u00e3e e ia interromper minha vida, eu estava estudando, ent\u00e3o, eu decidi n\u00e3o contar para os meus pais e pedir ajuda de uma amiga pr\u00f3xima minha. Ent\u00e3o, ela me levou a um aborto clandestino e l\u00e1 eu fiz o procedimento\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Acolhimento \u00e9 garantido em lei<\/h2>\n<p>A diretora de conte\u00fado do Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o explica que\u00a0o atendimento imediato e integral \u00e0s v\u00edtimas de viol\u00eancia sexual em todos os hospitais do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), sem exig\u00eancia de boletim de ocorr\u00eancia, \u00e9 garantido por lei no Brasil\u00a0desde 2013.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 fundamental que o Estado, em todos os n\u00edveis de governo, invista na divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre os direitos da v\u00edtima de estupro e de como ela pode acess\u00e1-los para proteger sua sa\u00fade f\u00edsica e mental, para que essas meninas e mulheres possam retomar suas vidas ap\u00f3s o trauma da viol\u00eancia\u201d, complementa Marisa Sanematsu.<\/p>\n<p>A ampla maioria tamb\u00e9m foi favor\u00e1vel aos servi\u00e7os que realizam a interrup\u00e7\u00e3o da gravidez nos casos previstos em lei, como o estupro.\u00a0Nove em cada dez entrevistados concordam que todas as v\u00edtimas devem ser informadas, nas delegacias ou servi\u00e7os m\u00e9dicos, sobre os protocolos para evitar infec\u00e7\u00f5es sexualmente transmiss\u00edveis e gravidez indesejada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 86% acreditam que devem existir servi\u00e7os p\u00fablicos em todas as cidades para a interrup\u00e7\u00e3o da gesta\u00e7\u00e3o em casos de estupro. No entanto, apenas metade dos entrevistados conhece algum servi\u00e7o que promova esse atendimento.<\/p>\n<p>De acordo com a diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, Mar\u00eda Saru\u00ea Machado, a pesquisa evidencia a necessidade de ampliar e preparar melhor os servi\u00e7os de acolhimento.<\/p>\n<p>\u201cExiste amplo apoio da popula\u00e7\u00e3o para que v\u00edtimas de estupro tenham acesso aos direitos garantidos por lei, mas essas informa\u00e7\u00f5es ainda n\u00e3o chegam a quem mais precisa\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO estupro \u00e9 uma viol\u00eancia pr\u00f3xima da realidade da maioria das mulheres, e romper o sil\u00eancio por meio da informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um passo fundamental para garantir prote\u00e7\u00e3o e acesso a direitos a todas as mulheres\u201d, defendeu.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Direitos em constante amea\u00e7a<\/h2>\n<p>De acordo com a comunicadora social e ativista Angela Freitas, co-diretora da campanha \u201cNem Presa Nem Morta\u201d, o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o que prev\u00ea atendimento e prote\u00e7\u00e3o das v\u00edtimas ainda depende da disposi\u00e7\u00e3o de gestores pol\u00edticos.<\/p>\n<p>\u201cA maior parte dos munic\u00edpios n\u00e3o disp\u00f5e desse servi\u00e7o, as pessoas t\u00eam que viajar longas dist\u00e2ncias e nem todo mundo pode fazer isso. \u00c9 uma car\u00eancia muito grande. O Brasil passou por um processo de democratiza\u00e7\u00e3o, fez a sua Constituinte, criou o Sistema \u00danico de Sa\u00fade, o Sistema \u00danico de Assist\u00eancia Social, criou pol\u00edticas p\u00fablicas, mas todos esses avan\u00e7os vivem amea\u00e7as constantes de retrocesso. Eles ainda n\u00e3o se consolidaram como direitos que s\u00e3o dados e que ningu\u00e9m contesta\u201d.<\/p>\n<p>Angela Freitas tamb\u00e9m foi uma das articuladoras da campanha \u201cCrian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 m\u00e3e\u201d, contra o projeto de lei que pretendia equiparar o aborto ao crime de homic\u00eddio, mesmo nos casos previstos por lei. Ela acrescenta que essas car\u00eancias s\u00e3o particularmente danosas para as crian\u00e7as e adolescentes que engravidam ap\u00f3s a viol\u00eancia<\/p>\n<p>\u201cEm grande parte, esses epis\u00f3dios n\u00e3o s\u00e3o revelados de imediato. At\u00e9 porque elas n\u00e3o s\u00e3o preparadas para entender que o corpo delas deve ser respeitado, inclusive por pessoas da conviv\u00eancia familiar e comunit\u00e1ria. H\u00e1 uma falta de di\u00e1logo e de informa\u00e7\u00e3o e uma condescend\u00eancia muito grande com essas situa\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>\u201cCom isso, muitas vezes, a gravidez n\u00e3o \u00e9 percebida\u00a0pela crian\u00e7a\u00a0nem pelos familiares que est\u00e3o em volta. Ela s\u00f3 vai ser percebida muito tarde e, quando essas meninas chegam ao servi\u00e7o de sa\u00fade para buscar atendimento, e o direito de interromper aquela gravidez, elas encontram dificuldades dentro do pr\u00f3prio sistema\u201d.<\/p>\n<p><em>Siga o Acorda Cidade no<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/search?q=acorda%20cidade&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><strong><em>\u00a0Google Not\u00edcias<\/em><\/strong><\/a><em>\u00a0e receba os principais destaques do dia. 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