{"id":5093,"date":"2023-12-07T21:06:38","date_gmt":"2023-12-08T00:06:38","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=5093"},"modified":"2023-12-07T21:06:38","modified_gmt":"2023-12-08T00:06:38","slug":"bahia-teve-a-maior-queda-absoluta-do-pais-no-numero-de-empresas-do-setor-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasbahia360.com.br\/?p=5093","title":{"rendered":"Bahia teve a maior queda absoluta do pa\u00eds no n\u00famero de empresas do setor cultural"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"414\" src=\"http:\/\/noticiasbahia360.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Espetaculo-Brincadeira-de-Crianca-29.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-211439\" style=\"width:818px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.acordacidade.com.br\/wp-content\/plugins\/seox-image-magick\/imagick_convert.php?width=300&amp;height=194&amp;format=.jpg&amp;quality=91&amp;imagick=imagens.acordacidade.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/20080852\/Espetaculo-Brincadeira-de-Crianca-29-300x194.jpg 300w, https:\/\/www.acordacidade.com.br\/wp-content\/plugins\/seox-image-magick\/imagick_convert.php?width=640&amp;height=414&amp;format=.jpg&amp;quality=91&amp;imagick=imagens.acordacidade.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/20080852\/Espetaculo-Brincadeira-de-Crianca-29.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Bahia foi o estado com a maior redu\u00e7\u00e3o absoluta no n\u00famero de unidades locais de empresas formais do setor cultural entre 2011 e 2021. Nesses dez anos, o setor perdeu 870 empresas, indo de 14.701 para 13.831, em uma queda de 5,9%. A informa\u00e7\u00e3o \u00e9  do Sistema de Informa\u00e7\u00f5es e Indicadores Culturais (SIIC) 2011-2022, divulgado na \u00faltima sexta-feira (1\u00ba) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Com este resultado, a Bahia seguiu na contram\u00e3o do Brasil como um todo, onde o n\u00famero de unidades de empresas do setor cultural cresceu 4,3%, entre 2011 e 2021, passando de 398.347 para 415.419 (mais 17.072 unidades). Em 20 unidades da Federa\u00e7\u00e3o, houve aumento no n\u00famero de unidades, e em apenas 7, redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com a queda, a participa\u00e7\u00e3o da Bahia no setor empresarial cultural brasileiro diminuiu de 3,7% em 2011 para 3,3% dez anos depois. Ainda assim, o estado manteve na 7\u00aa posi\u00e7\u00e3o nacional no n\u00famero de unidades locais, liderando no Norte-Nordeste do pa\u00eds.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo tinha, em 2021, o maior n\u00famero de unidades locais de empresas formais do setor cultural no Brasil, com 152.626 (36,7% do total), seguido de Rio de Janeiro, com 36.973 (8,9%) e Minas Gerais, com 36.889 (8,9%).<\/p>\n<p>Na Bahia, o setor cultural tamb\u00e9m perdeu participa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao total de unidades locais de empresas dentro do estado. Em 2011, a cultura representava 5,7% segmento empresarial baiano. Dez anos depois, esse n\u00famero recuou para 5,1%.<\/p>\n<p>A queda no n\u00famero de unidades locais do setor cultural na Bahia se concentrou no interior do estado, j\u00e1 que em Salvador houve crescimento entre 2011 e 2021, passando de 4.225 para 4.693, em um aumento de 11,1%.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-salario-medio-nas-empresas-formais-do-setor-cultural-tambem-recuaram\"><strong>Sal\u00e1rio m\u00e9dio nas empresas formais do setor cultural tamb\u00e9m recuaram <\/strong><\/h2>\n<p>Junto \u00e0 queda no n\u00famero de unidades locais, a Bahia tamb\u00e9m apresentou redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de trabalhadores assalariados em empresas formais do setor cultural, entre 2011 e 2021, passando de 51.027 para 50.230 (-797 pessoas ocupadas ou -1,6%, no per\u00edodo).<\/p>\n<p>A queda absoluta da Bahia foi a 5\u00aa maior entre os estados. Nacionalmente, houve aumento de 2,5% no pessoal ocupado assalariado em unidades locais de empresas formais do setor cultural, de 1.565.399 em 2011 para 1.604.972 em 2021.<\/p>\n<p>O sal\u00e1rio m\u00e9dio mensal das pessoas que trabalhavam em empresas formais do setor cultural na Bahia tamb\u00e9m caiu entre 2011 e 2021. Em 2011, o valor m\u00e9dio recebido mensalmente por um trabalhador do setor no estado, ajustado pela infla\u00e7\u00e3o, era de R$ 2.462. Dez anos depois, passou a ser de R$ 2.370 (-3,7%).<\/p>\n<p>O sal\u00e1rio m\u00e9dio mensal do setor cultural na Bahia em 2021 (R$ 2.370) era o 11\u00ba do pa\u00eds, abaixo da m\u00e9dia nacional, de R$ 4.121. Os maiores sal\u00e1rios m\u00e9dios estavam em S\u00e3o Paulo (R$ 5.559), Rio de Janeiro (R$ 4.993) e Distrito Federal (R$ 4.659). Rond\u00f4nia (R$ 1.684), Piau\u00ed (R$ 1.697) e Acre (R$ 1.734) tinham os menores valores.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es sobre unidades locais de empresas e seus trabalhadores s\u00e3o do Cadastral Central de Empresas (Cempre), do IBGE.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-em-2022-trabalhadores-da-cultura-como-um-todo-na-bahia-eram-mais-jovens-formalizados-escolarizados-e-com-rendimento-maior-que-a-media\">Em 2022, trabalhadores da cultura como um todo, na Bahia, eram mais jovens, formalizados, escolarizados e com rendimento maior que a m\u00e9dia<\/h2>\n<p>Indo al\u00e9m da esfera das unidades de empresas formais, em 2022, havia um total de 255 mil pessoas trabalhando na cultura como um todo, na Bahia \u2013 inclusive trabalhadores por conta pr\u00f3pria e empregadores formais e informais.<\/p>\n<p>Este contingente cresceu 24,3% frente ao ano anterior, quando havia 205 mil trabalhadores no setor cultural no estado. Por outro lado, ainda estava 3,8% abaixo de 2019, quando a \u00e1rea teve o seu maior n\u00famero de pessoas ocupadas: 265 mil.<\/p>\n<p>Os trabalhadores do setor cultural baiano eram, em sua maioria, homens (58,7% das 255 mil pessoas ocupadas) \u2013 ainda que essa propor\u00e7\u00e3o fosse um pouco menor do que a verificada no total dos trabalhadores do estado (59,2% deles eram homens).<\/p>\n<p>Quase 8 em cada 10 pessoas que trabalhavam no setor cultural como um todo, na Bahia, eram pretas ou pardas (79,9%), em uma propor\u00e7\u00e3o ligeiramente menor do que no total dos ocupados no estado (que era de 81,8%).<\/p>\n<p>Frente ao total da popula\u00e7\u00e3o ocupada do estado, as pessoas ocupadas no setor cultural da Bahia tamb\u00e9m eram mais jovens, formalizadas, escolarizadas e tinham rendimento m\u00e9dio mensal maior.<\/p>\n<p>Na Bahia, 35,4% dos trabalhadores da cultura tinham de 14 a 29 anos, frente a 27,3% de toda a popula\u00e7\u00e3o ocupada no estado. Por outro lado, 19,6% das pessoas ocupadas no setor cultural baiano tinham acima de 50 anos, frente a 21,7% dos ocupados em todos os setores.<\/p>\n<p>Em 2022, a maioria dos trabalhadores do setor cultural da Bahia era formalizada: 51,4%. J\u00e1 no total de trabalhadores do estado, a situa\u00e7\u00e3o era a inversa, com apenas 42,5% de trabalhadores formais.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escolariza\u00e7\u00e3o, 71,4% dos trabalhadores da cultura na Bahia tinham ao menos o Ensino M\u00e9dio conclu\u00eddo, e 17,0% possu\u00edam Ensino Superior completo. J\u00e1, no total da popula\u00e7\u00e3o ocupada no estado, 56,4% tinham completado o Ensino M\u00e9dio, e 15,1% tinham Ensino Superior completo.<\/p>\n<p>Na Bahia, em 2022, os trabalhadores do setor cultural mais amplo ganhavam 12,7% a mais do que a m\u00e9dia. O rendimento m\u00e9dio real habitual dos ocupados na cultura era R$ 1.818, e a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dos trabalhadores baianos em geral era R$ 1.613.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que ocorria na popula\u00e7\u00e3o ocupada em geral, no setor cultural baiano, as mulheres (R$ 2.125) tinham um rendimento m\u00e9dio superior aos homens (R$ 1.602). Por outro lado, as desigualdade por cor ou ra\u00e7a eram semelhantes \u00e0s do mercado de trabalho em geral. Entre os ocupados na cultura na Bahia, as pessoas brancas (R$ 2.637) ganhavam 62,6% a mais do que as pretas ou pardas (R$ 1.622)<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-na-ba-despesas-do-governo-estadual-com-cultura-voltaram-a-crescer-em-2022-e-as-das-administracoes-municipais-tiveram-o-maior-aumento-do-brasil\">Na BA, despesas do governo estadual com cultura voltaram a crescer em 2022, e as das administra\u00e7\u00f5es municipais tiveram o maior aumento do Brasil<\/h2>\n<p>Em 2022, o governo estadual da Bahia investiu R$ 201,5 milh\u00f5es em cultura. Este valor representou um crescimento de 20,3% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 despesa de 2021, que havia sido de R$ 167,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O crescimento absoluto do valor investido pelo estado (mais R$ 34,0 milh\u00f5es) foi o 9\u00ba maior do pa\u00eds. No Brasil, o valor despendido em cultura pelos governos estaduais aumentou 22,5% entre 2021 e 2022, de R$ 3,5 bilh\u00f5es para R$ 4,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre 2021 e 2022, o governo da Bahia se manteve como o 6\u00ba do pa\u00eds em despesas com a cultura. O ranking nacional era liderado por S\u00e3o Paulo (R$ 1,174 bilh\u00e3o), Par\u00e1 (R$ 358,7 milh\u00f5es) e Amazonas (R$ 339,5 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Apesar do crescimento das despesas do Estado com a cultura na Bahia, em 2022 o valor investido ainda estava 19,6% abaixo do recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica, registrado em 2020, quando o gasto com cultura pelo governo estadual foi de R$ 250,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s administra\u00e7\u00f5es municipais, a Bahia teve o maior aumento das despesas com cultura do Brasil, entre 2021 e 2022.<\/p>\n<p>Os investimentos em cultura por parte das prefeituras baianas quintuplicaram, passando de R$ 128,2 milh\u00f5es em 2021 para R$ 671,3 milh\u00f5es em 2022, em um crescimento de R$ 543,1 milh\u00f5es ou 423,7% em um ano.<\/p>\n<p>No Brasil como um todo, as despesas das administra\u00e7\u00f5es municipais com cultura cresceram 87,3% no per\u00edodo, passando de R$ 4,295 bilh\u00f5es para R$ 8,044 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Voltando a crescer ap\u00f3s dois anos em queda, o investimento das administra\u00e7\u00f5es municipais da Bahia em cultura passou do 9\u00ba lugar em 2021 para o 3\u00ba lugar do pa\u00eds em 2022, abaixo apenas dos registrados nos estados de S\u00e3o Paulo (R$ 2,010 bilh\u00f5es) e Minas Gerais (R$ 1,026 bilh\u00e3o).<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o oriundos da Coordena\u00e7\u00e3o-Geral das Rela\u00e7\u00f5es de An\u00e1lise Financeira dos Estados e Munic\u00edpios, ligada \u00e0 Secretaria do Tesouro Nacional.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-teatro-museu-e-cinema\">Teatro, museu e cinema<\/h2>\n<p>Em 2021, baianas\/os gastavam, em m\u00e9dia, 36 min para ir a um munic\u00edpio com teatro, 38 min para ir a um com museu e 1h23 para ir a um com cinema.  Em 2021, dos 417 munic\u00edpios baianos, 81 tinham um teatro ou sala de espet\u00e1culo (19,4%). A propor\u00e7\u00e3o ficava abaixo da nacional, j\u00e1 que 23,3% das cidades brasileiras possu\u00edam esse tipo de equipamento.<\/p>\n<p>Ainda assim, no estado, 6 em cada 10 cidades estavam a menos de 1 hora de um munic\u00edpio com teatro ou sala de espet\u00e1culo (258 nesta situa\u00e7\u00e3o, ou 61,9% do total); enquanto apenas 2 munic\u00edpios (Campo Alegre de Lourdes e Pil\u00e3o Arcado) estavam a mais de 3 horas de dist\u00e2ncia de uma cidade onde havia teatro ou sala de espet\u00e1culo.<\/p>\n<p>Na Bahia, quase metade da popula\u00e7\u00e3o (48,6%, ou cerca de 7,3 milh\u00f5es de pessoas) vivia em munic\u00edpios com teatro. No Brasil, 69,4% dos habitantes moravam em cidades com este tipo de equipamento. A propor\u00e7\u00e3o da Bahia era a 6a menor do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Assim, a popula\u00e7\u00e3o baiana precisava de, em m\u00e9dia, 36 minutos para acessar um munic\u00edpio onde houvesse teatro ou sala de espet\u00e1culo. Nacionalmente, o tempo m\u00e9dio de deslocamento necess\u00e1rio era de 49 minutos.<\/p>\n<p>Os museus eram ainda um pouco menos presentes, em 2021, no estado: 72 dos 417 munic\u00edpios baianos tinham ao menos um museu (17,3% do total). Nacionalmente, 29,6% das cidades contavam com esse equipamento cultural. Ao mesmo tempo, tamb\u00e9m 6 em cada 10 munic\u00edpios da Bahia (260, ou 62,4% do total) estavam a menos de 1 hora de uma cidade com museu.<\/p>\n<p>No estado, 45,9% das pessoas (cerca de 6,9 milh\u00f5es) viviam em cidades com museus. No Brasil, o \u00edndice era bem maior, e 68,6% dos habitantes moravam em munic\u00edpios com museus. A Bahia tinha a 4\u00aa menor propor\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, \u00e0 frente apenas de Maranh\u00e3o (27,5%), Tocantins (36,0%) e Par\u00e1 (44,5%).<\/p>\n<p>Ainda assim, em m\u00e9dia, a popula\u00e7\u00e3o baiana precisava de 38 minutos para chegar a um munic\u00edpio com museu, tempo semelhante ao nacional, que era de 40 minutos.<\/p>\n<p>De todos os equipamentos culturais pesquisados, os cinemas eram os mais raros, presentes em apenas 27 munic\u00edpios baianos em 2021 (6,5% do total). Nacionalmente, 9,0% das cidades contavam com ao menos uma sala de cinema.<\/p>\n<p>Na Bahia, 175 munic\u00edpios estavam a menos de 1 hora de uma cidade com cinema (42,0%). Por outro lado, 41 cidades baianas (9,8%) estavam a mais de 3 horas de dist\u00e2ncia de um munic\u00edpio com cinema.<\/p>\n<p>No estado, apenas 39,8% dos habitantes (cerca de 6,0 milh\u00f5es de pessoas) viviam em cidades com cinema. Nacionalmente, isso era verdade para 57,5% da popula\u00e7\u00e3o. O \u00edndice da Bahia era o 6\u00ba mais baixo do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sendo assim, a popula\u00e7\u00e3o baiana precisava, em m\u00e9dia, de 1h23 para chegar a um munic\u00edpio com cinema, em um tempo superior ao nacional, que era de 1h15. O resultado do estado tamb\u00e9m ficava acima da m\u00e9dia do Nordeste, que era de 1h10.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o da Pesquisa de Informa\u00e7\u00f5es B\u00e1sicas Municipais (Munic), do estudo Regi\u00f5es de Influ\u00eancia de Cidades (REGIC) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNADC), do IBGE .<\/p>\n<p><em>Siga o Acorda Cidade no<a href=\"https:\/\/news.google.com\/search?q=acorda%20cidade&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00a0Google Not\u00edcias<\/a>\u00a0e receba os principais destaques do dia.\u00a0Participe tamb\u00e9m dos nossos grupos no\u00a0<a href=\"https:\/\/chat.whatsapp.com\/DfZ444xJRPxBxk6kXW5zIZ\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">WhatsApp<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/t.me\/+sSz0khrgARA0ZmRh\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telegram<\/a><\/em><\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/www.acordacidade.com.br\/noticias\/cultura\/bahia-teve-a-maior-queda-absoluta-do-pais-no-numero-de-empresas-do-setor-cultural\/\">Bahia teve a maior queda absoluta do pa\u00eds no n\u00famero de empresas do setor cultural<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/www.acordacidade.com.br\/\">Acorda Cidade &#8211; 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