
Neste domingo (30), a Igreja Cristã Maranata completou 34 anos na cidade de Feira de Santana, e celebrou a data com um culto que reuniu dezenas de evangélicos e outros fiéis, que mesmo debaixo de chuva, estiveram presentes para comemorar com muita pregação, louvor e fé em Deus.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o pastor Humberto Pedra disse que a igreja foi fundada há 58 anos, no estado do Espírito Santo. Além do culto, que começou às 19h, o pastor contou que houve um seminário durante a tarde.
“Aqui em Feira de Santana, nós estamos comemorando 34 anos. Começamos com um mini seminário pela tarde e agora à noite esse culto festivo, onde nós glorificamos a Deus por todos os bens que Ele tem feito em nossas vidas, por toda a graça e é um culto de gratidão”.

“É um culto lindo”, afirmou o prefeito
O prefeito José Ronaldo esteve presente no culto e destacou a satisfação em ter sido convidado para participar desse evento que, segundo ele, foi “lindo, solto, leve e extremamente comunicativo”.
É um culto lindo, solto, leve, extremamente comunicativo. O Amadeu, que pregou na noite, fez uma pregação simples, bem objetiva, com entendimento rápido para quem estava lá ouvindo. Eu mesmo ouvi com muita atenção do início ao fim. Se fosse para repetir, repetiria toda a pregação que ele fez. Mas ouvi também uma frase que me marcou nessa noite, ‘não entregue a sua vida a uma religião, entregue sua vida a Jesus Cristo’. Eu carrego comigo, desde que eu percebo entender como gente na vida, a fé em Deus. A minha fé em Deus é inabalável. Eu faço a minha vida sempre conversando com Deus. Mas o que eu senti aqui nessa noite, aqui na Igreja Maranata, é isso. A presença aqui de Deus, vivo, atuante e fazendo a gente participar”.
Fiéis presentes destacam importância desse evento e da igreja
A esposa do pastor Humberto, Paula Pedra, é natural de Minas Gerais e frequenta a Igreja Cristã Maranata há 46 anos. No entanto, veio morar em Feira de Santana há um ano. Ela explicou que essa mudança trouxe uma nova experiência, tanto pela cidade quanto pela igreja, principalmente pela presença dos jovens nesta unidade.
De acordo com Paula, toda a organização da estrutura do evento foi feita com a ajuda desses jovens e dos membros da igreja.
Nós temos aqui, jovens que se dedicam a trabalhar, que saem e fazem cantatas no sábado à tarde, no domingo à tarde. E são jovens que fazem medicina, que trabalham, estudam e são obreiros, são servos. Para montar tudo isso aqui não houve ninguém pago. Foram servos da igreja que trabalharam aqui por um mês, montando toda essa estrutura. Tudo isso por amor a falar de Jesus. E como Ele se revelou a nós, a gente quer que Jesus se revele a todos. Por amor de saber que foi tão bom conhecer a Jesus, como aquela mulher samaritana que saiu e falou pra toda a cidade, a gente vem aqui e trabalha nessa igreja para falar pros outros que é bom servir a Jesus porque o amor dele pelas nossas vidas é muito grande. Por isso que a gente está aqui há 34 anos e está aqui falando do Senhor”.
Luciene Martins frequenta a Igreja Maranata de Feira de Santana há 23 anos, quando passou por um problema cardíaco e ficou internada na semi-UTI do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Apesar de ter sido desenganada pelos médicos, ela, que estava inconsciente, falou com Deus.

“Eu estava desenganada, com três dias eu saí do hospital”
“Naquele momento, o Senhor falou comigo, que Ele estava me dando fôlego de vida. Eu ouvia nitidamente a voz dEle. O fôlego de vida que eu precisava, Ele estava me dando naquele momento”.
Nessa época, o pastor da igreja era vizinho dela, e mesmo sem intimidade com Luciene, ela falou que “o Senhor incomodou ele na noite”. Com isso, o pastor, chamado Dário, foi até o HGCA para orar por ela. Mesmo sendo madrugada e ele não ter informações do leito em que ela estava, o pastor a encontrou.
Quando chegou lá, ele foi orar por mim e disse, ‘a irmã não está falando, mas o Senhor falou isso que a irmã falou. Eu só vim aqui para confirmar o que está acontecendo e depois a irmã vai dar o testemunho’. E foi o que aconteceu, eu estava desenganada, com três dias eu saí do hospital, fui embora para casa. Com 15 dias eu vim para a igreja, com 30 dias depois meu marido se converteu e todos os meus filhos também se converteram. Então, eu sou a experiência viva do que era ouvir a voz do Senhor, e são muitas as experiências que eu tenho desde o dia que me converti, desde o dia que conheci esse grande amor de vir pra essa igreja. Nunca me pediram nada, aqui a gente não pede, a gente recebe e dá. A gente dá amor e recebe amor”.
“É muito importante pra mim hoje falar do amor de Deus, de ter essas experiências que eu tenho com o Senhor, de ouvir o Senhor falar. De você estar em dúvida, ir consultar a palavra, ‘Senhor, é isso mesmo que o Senhor quer de mim?’ Se for sim amém, eu vou. Se for não eu louvo a Deus também pelo livramento que Ele me deu, eu não vou. Esse mundo não tem nada pra oferecer a gente. Mas o Senhor Jesus tem tudo do melhor”.
Com informações de Beatriz Rabello, do Acorda Cidade
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