

Na manhã desta terça-feira (20), o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, esteve na Avenida Eduardo Fróes da Motta para anunciar a requalificação da confluência das ruas Senador Quintino e Olney São Paulo, sob o viaduto da região, nas proximidades da Cerb. As máquinas já estavam a postos para iniciar a obra.
O gestor esteve ao lado de secretários e vereadores que também estão cientes dos problemas da região. Com a última chuva forte que caiu no último domingo (18), uma das ruas próximas ainda estava alagada.

Segundo José Ronaldo, após as obras, os alagamentos frequentes na Rua El Salvador até a Avenida Eduardo Froés da Mota devem acabar.
“Coincidentemente hoje, quando vocês estiveram aqui, no local estava super alagado, então foi bom acontecer isso para mostrar realmente a realidade do que acontece ali. Então aquele problema vai acabar. As obras começam hoje, as máquinas já estão aí para começar a trabalhar e fazer uma ligação. A água de lá vem em direção a embaixo desse viaduto. Ali tem uma canalização, receberá a água de lá e dali vai para o seu destino, se não me falha a memória, lá para o Rio Subaé.”
Para além do problema de drenagem, a região enfrenta problemas de mobilidade no trânsito, como engarrafamentos e acidentes recorrentes por baixo do viaduto, principalmente nos horários de pico. São pessoas que precisam trafegar do lado sul da cidade em direção ao centro, entre outras áreas.
“Todas essas comunidades todos os dias no horário de pico sofrem para poder atravessar aqui entre a Olney São Paulo e a rua Senador Quintino. É algo histórico dentro da cidade de Feira de Santana que nunca tinha conseguido um estudo para tentar resolver esse problema aqui.”
Para viabilizar as obras, dois engenheiros da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) realizaram um estudo para requalificar a região. Durante a cerimônia, os técnicos mostraram como devem funcionar as alterações que já foram aprovadas pelo prefeito. O gestor fez questão de elogiar as intervenções realizadas no primeiro ano de gestão da SMT.
“Mudança em trânsito é algo que às vezes incomoda. No início, muita gente está acostumada com o que vem fazendo, não gosta que mude, mas graças a Deus todas as mudanças no trânsito que foram feitas em 2025 pela SMT deram bons resultados.”
Ainda de acordo com o prefeito, a requalificação na região se deu por meio do diálogo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), órgãos responsáveis pela área. Além da SMT, participaram das discussões a Superintendência Municipal de Obras e Manutenção (Soma) e a Secretaria de Planejamento (Seplan).
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O secretário da SMT, Ricardo Cunha, também esteve presente na cerimônia. Em outros momentos, o Acorda Cidade já havia conversado com o gestor para verificar reclamações da população sobre os congestionamentos na região. Aproximadamente, por hora, devem passar por baixo do viaduto 2 mil veículos.
De acordo com Ricardo, o prefeito afirmou que, mesmo a responsabilidade da região sendo do Dnit, o gestor fez questão de intervir na questão para melhorar a mobilidade para os moradores.
“Era uma solicitação dos moradores da região. De pronto atendemos, fizemos o projeto, apresentamos a ele, o mesmo aprovou e as obras já começaram. Assim que as obras tiverem terminado nesse local, implementaremos a sinalização, dando indicativo de como ficará o trânsito aqui”, explicou.
Uma direita livre deve ser implementada após as modificações. O local embaixo do viaduto que está interditado será reaberto e deve haver sinalização (sinaleira) na região.
“Ela não terá o fluxo ligando a Olney São Paulo diretamente a Senador Quintino, vai ser feito por uma rua paralela a ela. E acredito que vai resolver o problema. Claro que a quantidade de veículos que por aqui passa todos os dias dá indicativo de que não é de fácil resolução o engarrafamento, principalmente nos horários de pico. Mas a lentidão que aqui apresenta, por conta disso, com certeza vai acabar.”
A previsão de conclusão das obras é de 30 dias. Depois deste período, a sinalização deve ser implementada em até cinco dias.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade
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