

Moradores da Rua Tiquaruçu, no bairro Campo Limpo; da Rua Alécio Pereira, no bairro Tomba, e residentes do bairro Parque Lagoa do Subaé, em Feira de Santana, entraram em contato com o Acorda Cidade para relatar a situação crítica do mato alto nessas regiões.
No Parque Lagoa do Subaé, o estado das praças e ruas gera pedidos de socorro; já na Rua Tiquaruçu, a vegetação interfere na passagem e serve de esconderijo, aumentando o medo de caminhar à noite no local. Na Rua Alécio Pereira, a falta de capinação transforma a via em “ninho” de insetos e animais peçonhentos.


Esses flagrantes montam um cenário de preocupação em diferentes pontos de Feira de Santana, onde o crescimento descontrolado da vegetação avança sobre vias e terrenos. Segundo os relatos, a escassez de manutenção por parte da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) tem dificultado o cotidiano das comunidades, que cobram uma resposta mais ágil do setor de limpeza pública.
Esgoto a céu aberto e águas paradas
As reclamações sobre esgotos a céu aberto têm percorrido diversos bairros da cidade. Na Travessa Mirandópolis, no bairro Campo Limpo, o acúmulo de água gera mau cheiro e a invasão de insetos nas residências. “As casas estão cheias de insetos, um fedor insuportável”, afirma uma moradora.

A situação se repete na Rua Embarque, no conjunto George Américo, onde o problema dificulta a locomoção de pedestres e veículos. A exposição à água parada levanta preocupações imediatas sobre os riscos de doenças, evidenciando a necessidade de manutenção na rede local.


Buracos e alagamentos após as chuvas

Na Alameda das Árvores, ainda no bairro Panorama, o morador Domingos José relata que a combinação de buracos e enchentes torna a rotina insustentável. “Não sabemos mais o que fazer”, desabafa, reforçando a urgência de intervenções públicas para solucionar os problemas de escoamento e pavimentação que afetam a assistência à comunidade nesses locais.


Muitos carros estão abandonados na Rua Marquês de Abrantes, no bairro Baraúnas. De acordo com um ouvinte do portal Acorda Cidade, alguns dos veículos estão estacionados há mais de dois anos. Pontos da via estão repletos de lixo e vegetação alta. “Mato tomando conta do carro, inclusive atrapalhando até a limpeza daquela rua que é um lixão ali também”, declarou. Veja no vídeo abaixo.
Matéria produzida pela estagiária de jornalismo Bárbara Cardoso sob supervisão de Gabriel Gonçalves
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