
Os profissionais da educação da rede municipal de Amélia Rodrigues decidiram, em assembleia geral, paralisar as atividades nos dias 14, 15 e 16 de julho. De acordo com a Delegacia Sindical Recôncavo Sul da APLB-Sindicato, a mobilização reivindica melhores condições de trabalho, reajuste salarial e o cumprimento da Lei do Piso Nacional do Magistério.
Segundo o sindicato, a Prefeitura de Amélia Rodrigues não estaria cumprindo a legislação referente ao piso salarial dos professores nem o Plano de Cargos, Carreira e Salários da categoria. A entidade afirma ainda que a proposta apresentada pela administração municipal prevê reajuste zero para os docentes e 4,26% para os servidores não docentes, dividido em duas parcelas, proposta rejeitada pelos trabalhadores.
Nesta quinta-feira (9), os profissionais realizaram uma caminhada pelas principais ruas da cidade para informar a população sobre os motivos da paralisação. Conforme a APLB, o movimento é motivado pela falta de valorização dos profissionais da educação.

O sindicato também aponta que os professores enfrentam dificuldades como falta de recursos pedagógicos, problemas de infraestrutura nas escolas e sobrecarga de trabalho, sem o suporte necessário por parte do poder público.
Ainda de acordo com a entidade, a paralisação tem como objetivo defender a valorização dos profissionais da educação e melhores condições para o ensino público no município.
O Acorda Cidade deixa o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Amélia Rodrigues sobre as reivindicações apresentadas pelo sindicato.
Estagiário de jornalismo Davi Cerqueira, com supervisão.
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