
A chuva que atingiu Feira de Santana desde as primeiras horas desta segunda-feira (17) pode continuar até esta terça-feira (18), mas a previsão é de que ocorra de forma isolada e não se prolongue nos próximos dias. A informação foi divulgada pelo coordenador da Defesa Civil do município, Antônio José do Rosário.
“A previsão é que nessa faixa do litoral norte da Bahia por um todo, tenhamos um dia de chuva, apenas o dia de hoje. Até amanhã, às 10h, pode estar em um acumulado entre 20 e 50 mm. Porém, para terça, a gente pode ter chuvas isoladas”, disse.
Para a reportagem do Acorda Cidade, Rosário afirmou que um dos pluviômetros, instrumento usado para coletar e medir a quantidade de água da chuva, instalados em Feira de Santana, registrou 25 milímetros (mm) até o final da tarde desta segunda-feira.

“Hoje a gente tem falado tanto do super El Niño, falado do El Niño, mas a gente não pode esquecer que nós estamos no inverno. Esse mês de agosto é caracterizado pela chuva, pelo frio e pelos ventos, e hoje não foi diferente”, disse o coordenador.
Ventos podem chegar a 70 km/h
Além da chuva, a Defesa Civil chama atenção para a possibilidade de rajadas de vento. Segundo Antônio José, foram registradas rajadas durante o período entre 11h e 12h desta segunda-feira. A previsão, de acordo com o coordenador, é de que os ventos possam atingir velocidades entre 50 e 70 km/h.

“Isso é mais uma característica do próprio evento. Como também essa redução na temperatura, que dá aquela sensação de frio, mas ainda nós não sentimos ainda o que era normal para o mês de agosto, que já chegou até a 6º, mas felizmente a gente ainda não chegou com essa baixa de temperatura”, afirmou José.
Recomendação de cuidados
Mesmo sem previsão de chuvas intensas, Antônio José orientou a população a manter os cuidados durante o período de instabilidade. Entre os possíveis impactos estão queda de galhos e árvores, deslocamento de objetos e problemas provocados por estruturas leves. O coordenador também recomendou atenção em locais próximos a árvores, estruturas metálicas, placas e postes.
“Qualquer situação de chuva, independentemente da quantidade, requer alguns possíveis impactos, como queda de galhos e árvores, deslocamento de objetos, estruturas mais leves, além de provocar dificuldade de atividades marítimas, especialmente nesses trechos do litoral, como temos aqui o Rio Jacuípe, que é muito bem frequentado”, finalizou o coordenador da Defesa Civil.
Com informações do repórter Ney Silva, do Acorda Cidade.
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