
A Polícia Civil da Bahia realizou, entre segunda (14) e terça-feira (15), fiscalizações em estabelecimentos que comercializam, revendem e fazem manutenção de celulares em Alagoinhas, Valença, Taperoá, Itabuna, Itaju do Colônia, Itapé e Barro Preto. As ações integram a Operação Última Chamada, no âmbito da Operação Mobile 360º, voltada ao combate a furtos, roubos, receptação e comércio irregular de aparelhos.
As equipes verificaram a procedência dos celulares e possíveis restrições por furto ou roubo, além de orientar comerciantes sobre o registro de informações de clientes e serviços e a comunicação de situações suspeitas. Em Alagoinhas, quatro estabelecimentos foram fiscalizados e nenhum aparelho com restrição ou indício de receptação foi encontrado.
Segundo a Polícia Civil, as fiscalizações têm caráter preventivo e buscam dificultar a circulação de celulares de origem ilícita e identificar possíveis canais de comercialização irregular. As ações foram realizadas por unidades vinculadas à 2ª, 5ª e 6ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins).
A Polícia Civil da Bahia realizou, entre segunda (14) e terça-feira (15), fiscalizações em estabelecimentos que comercializam, revendem e fazem manutenção de celulares em Alagoinhas, Valença, Taperoá, Itabuna, Itaju do Colônia, Itapé e Barro Preto. As ações integram a Operação Última Chamada, no âmbito da Operação Mobile 360º, voltada ao combate a furtos, roubos, receptação e comércio irregular de aparelhos.

As equipes verificaram a procedência dos celulares e possíveis restrições por furto ou roubo, além de orientar comerciantes sobre o registro de informações de clientes e serviços e a comunicação de situações suspeitas. Em Alagoinhas, quatro estabelecimentos foram fiscalizados e nenhum aparelho com restrição ou indício de receptação foi encontrado.
Segundo a Polícia Civil, as fiscalizações têm caráter preventivo e buscam dificultar a circulação de celulares de origem ilícita e identificar possíveis canais de comercialização irregular. As ações foram realizadas por unidades vinculadas à 2ª, 5ª e 6ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins).

O coordenador da 5ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Valença), delegado Walberes Braga, ressaltou que a fiscalização tem como objetivo não apenas identificar irregularidades, mas também prevenir a circulação de aparelhos de origem ilícita. “O trabalho de fiscalização tem também um caráter preventivo. Ao ampliar o controle sobre a comercialização de celulares, buscamos dificultar a circulação de aparelhos de origem ilícita e, consequentemente, desestimular a receptação”, destacou.
Já a coordenadora da 6ª Coorpin/Itabuna, delegada Magda Figueiredo, destacou a importância da colaboração dos comerciantes para reforçar a segurança na comercialização de celulares. “A verificação da procedência dos aparelhos e o registro das informações relacionadas às negociações e aos serviços realizados contribuem para tornar esse comércio mais seguro e auxiliam o trabalho da Polícia Civil”, afirmou.
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