
Feira de Santana registrou 55.384 admissões e 50.296 desligamentos entre janeiro e setembro de 2026, alcançando saldo positivo de 5.088 empregos formais. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, e demonstram o desempenho do município na geração de oportunidades de trabalho nos nove primeiros meses do ano.
Somente em setembro, foram contabilizadas 6.086 admissões e 5.496 desligamentos, resultando em saldo positivo de 590 postos de trabalho com carteira assinada.
Para a secretária municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), Márcia Ferreira, os números demonstram a força da economia local e a importância das iniciativas voltadas à geração de emprego e renda. “Feira de Santana vem apresentando resultados positivos na geração de empregos formais, e isso demonstra a força da nossa economia e a capacidade do município de oferecer oportunidades. Também merece destaque a participação das mulheres nesse crescimento, mostrando que elas estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho. Nosso compromisso é continuar fortalecendo as iniciativas que aproximam os trabalhadores das oportunidades de emprego”, destaca.
Na análise por gênero, as mulheres registraram resultado superior ao dos homens tanto no acumulado do ano quanto no mês de setembro. Somente no último mês analisado, o saldo feminino foi de 374 vagas, enquanto o masculino alcançou 216.
Em relação à faixa etária, os trabalhadores de 18 a 24 anos lideraram o saldo de empregos em setembro, com 337 postos de trabalho. Na sequência, aparecem as pessoas com idade entre 40 e 49 anos, com saldo de 67 vagas. Os trabalhadores com até 17 anos registraram saldo de 58, enquanto a faixa de 50 a 64 anos contabilizou 56 novos postos.
No acumulado de janeiro a setembro, a faixa de 18 a 24 anos também ocupa a primeira posição. O destaque fica para os trabalhadores de 40 a 49 anos, que aparecem em segundo lugar, seguidos pela faixa de 50 a 64 anos, que mantém saldo positivo no município.
Outro dado relevante diz respeito à escolaridade. Em Feira de Santana, os trabalhadores com ensino superior completo ocupam a segunda posição no saldo de empregos, ficando atrás apenas daqueles com ensino médio completo. Já os trabalhadores com ensino médio incompleto aparecem na terceira colocação.
O resultado apresenta uma diferença em relação ao cenário nacional. No Brasil, o ensino médio incompleto ocupa a segunda posição, enquanto o ensino superior completo aparece em terceiro lugar. Em Feira de Santana, essa ordem é invertida, com destaque para a participação dos profissionais com formação superior.
Outro diferencial está na faixa etária de 50 a 64 anos. Enquanto o resultado nacional apresenta saldo negativo para esse grupo, Feira de Santana mantém desempenho positivo, com a terceira melhor posição entre as faixas etárias no acumulado do ano.
Para o diretor da Casa do Trabalhador, Magno Felzemburgh, os indicadores reforçam a importância de ampliar o acesso às oportunidades para profissionais com diferentes perfis e experiências. “É importante observar que o mercado de trabalho está absorvendo profissionais de diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade. Feira de Santana apresenta um resultado positivo também entre trabalhadores de 50 a 64 anos, demonstrando que a experiência profissional continua tendo espaço. A Casa do Trabalhador atua justamente para facilitar esse encontro entre quem procura uma oportunidade e as empresas que precisam contratar”, ressalta.
Diante dos resultados, a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Settdec, segue fortalecendo as políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento econômico e à geração de emprego e renda. A atuação da Casa do Trabalhador também contribui para aproximar empresas e profissionais, ampliando o acesso da população às oportunidades de inserção e recolocação no mercado de trabalho.
As informações são da Secretaria Municipal de Comunicação Social (Secom)
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