

O vereador Ismael Bastos (PL) se juntou ao grupo de pessoas que apoiam que o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), aceite o convite para ser vice-governador na chapa de ACM Neto.

Na semana passada o vereador Jorge Oliveira (PRD) demostrou interesse em que Ronaldo acabe aderindo à chapa de oposição. O parlamentar afirmou que Neto só pode ganhar a eleição para o Governo do Estado se o prefeito aceitar ser o vice.
Durante a sessão desta terça-feira (3), foi a vez de Bastos defender o nome do prefeito na composição da chapa como uma questão estratégica para o município. Ismael lembrou que, em 2022, ACM Neto poderia ter vencido a disputa se tivesse obtido cerca de 9 mil votos a mais.
“Um dos erros de ACM Neto em 2022 foi a escolha do candidato a vice. Uma senhora, casada, não é no aspecto pessoal. Nós não estamos falando do aspecto pessoal, estamos falando do aspecto político, uma tremenda desconhecida. Se ela vier a Feira de Santana, ninguém vai saber quem ela é”, disse o vereador.
“Zé Ronaldo era o nome cotado para ser vice. Então ficariam restando 9.913 votos. Aí eu pergunto: será que, se Zé Ronaldo fosse vice, não traria esses votos para a chapa de ACM Neto? A resposta, obviamente, é sim. Zé Ronaldo traria muito mais votos que isso. Traria prefeitos, traria vereadores, traria ex-prefeitos”, complementou o parlamentar.
Salto para Feira de Santana
O vereador aproveitou a oportunidade para afirmar que ter José Ronaldo como vice na chapa de oposição nas eleições deste ano é uma oportunidade ímpar para acabar com a hegemonia do PT no estado. A dúvida, segundo ele, é se o prefeito vai aceitar.

“Eu acho que ele vai aceitar à medida que ele passe a entender que Feira de Santana aceita a ida dele para vice-governador. Será que, se José Ronaldo for para vice-governador, ele não pode ajudar Feira de Santana? Pode ajudar muito mais Feira de Santana até do que como prefeito”, disse.
“Os grandes investimentos vêm das esferas estadual e nacional. Ronaldo tem excelente trânsito em Brasília e, sendo vice-governador e secretário, por exemplo, de uma pasta de infraestrutura, eu duvido que esse anel de contorno não seja concluído, eu duvido que esse aeroporto não seja resolvido, eu duvido que não venham pelo menos duas universidades para Feira de Santana, que os graves problemas da cidade não sejam resolvidos”, concluiu.
Com informações do repórter Paulo José, do Acorda Cidade
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